terça-feira, 23 de novembro de 2010

HOMOFOBIA - Se ódio é o problema, posso discordar em amor?


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.


Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

Fonte: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


O planeta em que moramos, a natureza que podemos contemplar, tudo foi criado por Deus através da palavra. Uma ordem dada pelo Todo-Poderoso e tudo se fez real (Gn 01.03). Desde o momento que Deus proferiu essa primeira palavra, Ele nunca mais parou de falar e a Bíblia é um conjunto de livros que reúnem tudo o que Deus diz para que sejamos guiados em Sua perfeita vontade. (II Tm 03.16 / I Pe 01.23-25 / Sl 119.4)

A partir do nosso nascimento, o nosso pai terreno é quem nos direciona. Ele fala quando estamos certos ou errados e nos sugere os melhores caminhos a seguir. Assim Deus faz conosco através da Sua Palavra (Hb 05.12 / Sl 119.105). E como com nossos pais terrenos, assim somos muitas vezes com nosso Pai celestial, nem sempre obedecemos aos Seus comandos ou não damos valor aos aconselhamentos que nos é transmitido. Tiago relata que os bons ouvintes e obedientes à Palavra serão abençoados (Tg 01.22-25).

Você, com certeza, já ouviu falar que a palavra tem poder. Se amaldiçoarmos ou abençoarmos alguém, as palavras proferidas por nossa boca podem gerar bons ou maus frutos. Muitas pessoas têm a tradição de “pedir a benção” aos pais ou parentes mais velhos. Essa benção é proferida por palavras. É como se Deus “colhesse” as palavras de benção e o diabo, as palavras de maldição, e elas gerassem sementes novamente plantadas na vida de quem as recebe (Tg 03.5-11).

Mas e a Palavra de Deus? Qual o poder que ela tem sobre as nossas vidas? TODO!! Ela tem todo o poder! É ela que declara que somos abençoados (Sl 119.1,2) , que somos curados (I Pe 2.24), seguros (Is 41.10-13), fortalecidos (Is 40.31), que somos prósperos. Declarando a Palavra de Deus, estamos declarando que temos uma vida abundante! (Gl 6.16 / Jó 42.2 / Is 58.11, 60.1, 61.6 / 44.3). E é a nós que Deus quer usar para que declaremos Suas Palavras e abençoemos as nações! (Is 61 / Mc 16.17-18)



Texto de Clarissa Ramos

Aluna do Seminário Teológico Carisma

Fonte: http://www.carisma.org.br/

terça-feira, 16 de novembro de 2010

VANILDA BORDIERI (2010)




01. Visão de Isaías
02. Choro de Joquebede
03. Carregado Pelo Espírito
04. Primeiro Adorador
05. Assim Sou Eu
06. Adoni-Bezeque
07. Realiza Os Meus Sonhos
08. Quero Ver Tua Face
09. Avisa Lá
10. Tudo a Ele
11. Precisa Ter Fé
12. Ficou Para Trás
13. Mulher de Deus
14. Te Adorarei




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ministério Unção Ágape - Restaurando Sonhos (2010)


Músicas
01. Vou Abençoar
02. Tua Alegria É Minha A Força
03. Toca-Me
04. Mostra-Me Tua Glória
05. Leviatã Caiu
06. Marche
07. Chegou Um Novo Tempo
08. Restaurando Sonhos
09. Vendaval Do Espírito
10. Tempo De Alegria
11. Algo Novo
12. Fruto De Um Decreto
13. Usa-Me
14. Digno
15. Salmo 121



Fonte: http://alternativaweb10.blospot.com/

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

RESSUSCITA - Ministério Ipiranga



SÓ O ESPÍRITO DE DEUS TEM PODER PARA RESSUSCITAR QUALQUER PESSOA, RESSUSCITA !!!

sábado, 30 de outubro de 2010

OS MASCATES DO EVANGELHO

“Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a Palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2 Co 2.17)

Neste texto, Paulo está denunciando os falsos apóstolos que estavam entrando na igreja de Corinto pregando um falso evangelho, com um falso comissionamento e com uma falsa motivação. Esses obreiros fraudulentos eram mascates da religião. Eles não tinham compromisso com Deus, com sua Palavra nem com seu povo; visavam apenas o lucro. Faziam da religião um instrumento para se abastar.

Estes falsos apóstolos faziam da igreja uma empresa: do evangelho um produto; do púlpito um balcão, e dos crentes, verdadeiros consumidores das bênçãos de Deus.

Este texto nos mostra algumas verdades, a saber:

1) Como não se deve pregar o evangelho (2 Co 2.17) – “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a Palavra de Deus [...]”. A palavra grega usada por Paulo, καπηλεύοντες (kapeléuo) – significa mercadejar, mascatear, lucrar comum negócio.

A palavra , καπηλεύοντες (kapeléuo) é usada na Septuaginta, em Isaías 1.22 para aqueles que misturavam vinho com água a fim de enganar os compradores. Esta palavra é usada também por Platão para condenar os pseudofilósofos. A palavra refere-se àqueles que mascateiam ou mercadejam com a Palavra de Deus para benefício próprio. Esta palavra pode ser traduzida também por “adulterar”, uma vez que no original ela vem da mescla fraudulenta dos licores.

Infelizmente, estamos assistindo com profundo senso de vergonha, um vexatório comércio das coisas sagradas. Muitos pastores gananciosos, sem qualquer pudor, sem qualquer temor, diluem a mensagem do evangelho, torcem a verdade e pregam apenas sobre prosperidade, libertação, curas e milagres, sonegando ao povo a verdadeira mensagem da cruz e, fazendo isto, assaltam o bolso de crentes incautos para se enriquecerem.

Esta imagem descrita acima, possui duas idéias. A primeira diz respeito aos motivos dos falsos obreiros; eles fazem do apostolado um negócio para obter ganhos pessoais. A segunda implica no método; eles adulteram o evangelho, como exigências mais palatáveis e perspectivas limitadas, com a finalidade de atender aos seus próprios interesses.

2) Como se deve pregar o evangelho (2 Co 2.17 b) – “[...] antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus”. Há neste trecho, três verdades a serem destacadas.

a procedência da mensagem - Paulo não fala de si mesmo, em seu próprio nome, mas fala da parte do próprio Deus. Paulo não é a fonte da mensagem, mas o canal dela. Ele não gera a mensagem, mas a transmite. Ele não é dono da mensagem, mas servo dela. O pregador é um embaixador. Ele representa seu país e fala da parte e em nome do governo que o comissionou. Quando o embaixador deixa de representar seu governo e começa a falar o que pensa, é sumariamente demitido. Do mesmo modo, Paulo era obrigado a proclamar a própria Palavra de Deus com irrestrita fidelidade.

O método da mensagem – Paulo fala em Cristo, na presença de Deus. Ele não usa malabarismos e subterfúgios para enganar as pessoas. Ele é íntegro na mensagem e também nos métodos. Ele prega uma mensagem que vem de Deus e a apresenta na presença de Deus. Não basta ser aprovado pelos homens, importa ter a aprovação de Deus.

A motivação do mensageiro – Paulo fala na presença de Deus com sinceridade. A palavra sinceridade refere-se a examinar algo à luz do sol. Significa falar com integridade e fidelidade. Os mascates da religião careciam tanto de sinceridade humana como de autoridade divina. A mensagem de Paulo, porém, é divina; seu método transparente e sua motivação é santa. Ele não prega para auferir lucro, mas para manifestar a fragrância do conhecimento de Deus. O seu coração não é governado pela ganância, mas pela sinceridade.

Nele, que nos chama a pregar com fidelidade e integridade

Pr Marcelo Oliveira

Bibliografia: Kistemaker, Simon. 2 Coríntios. Ed. Cultura Cristã – 2006
Lopes, Hernandes Dias. 2 Coríntios. Ed. Hagnos -2008
Rienecker, Fritz e Rogers Cleon. Chave linguistica do N.T – Ed. Vida Nova


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

DIGA "NÃO" AO CONFORMISMO ESPIRITUAL !

O Pb. Solano Portela em seu livro Cinco Pecados que Ameaçam os Calvinistas, escreve no capítulo 4 que um desses pecados é o da falta de ação, o que eu chamo de conformismo espiritual, com o recente avivamento da doutrina reformada no meio evangélico mundial. Porém Satanás mais uma vez tem se levantado para enganar os incautos, isso porque a má compreensão de uma doutrina bíbica, leva indubitavelmente a má aplicação desta doutrina e é aqui que Satanás tem posto suas forças. Por isso gostaria de refletir um pouco acerca do conformismo espiritual, que é a tendência “lógica”, mas não bíblica, da Doutrina da Soberania de Deus quando isolada do todo bíblico.

Quando me refiro a conformismo espiritual, estou me referindo a tendência de se cruzar os braços, quando na verdade devemos agir. Alguns dizem 'nem um só pardal cai por terra se não for da vontade de Deus', isso é verdade obviamente, porém Deus nas Escrituras nos MANDA reagir diante de algumas situações, e a tendência dos “novos” calvinistas que, muitas vezes, não se aprofundam no conhecimento das Doutrinas da Graça, é o de cruzar os braços diante das adversidades, desconhecendo, por exemplo, a doutrina bíblica da providência e da oração.

O Pr. Roger Smalling em seu livro “Os Neo-Carismáticos e o Movimento da Prosperidade“, nos ensina que é errado nos submetermos passivamente a aflição como a vontade de Deus, posto que Ele é soberano e poderia ter-nos prevenido dela. Isso é verdade, porém Deus em sua Palavra, deixa claro que devemos reagir, da forma correta às situações que nos são apresentadas. E quando não fazemos isso estamos incorrendo em pecado, já que na maioria das vezes a tendência é agir da forma incorreta, e isso simplesmente por não ter compreendido corretamente uma determinada doutrina, ou ainda tê-la isolado do todo bíblico, incorrendo em heresia na aplicação.

Também não podemos esquecer que o não conformismo não é:

*Murmuração – Alguns por medo de estarem murmurando, baixam a cabeça e cruzam os braços diante das adversidades, mas esta atitude não é bíblica, e para isso devemos compreender o que é murmurar. Murmurar seria “falar contra alguém ou contra alguma coisa, criticar”. Biblicamente, murmurar seria “falar contra Deus”, “criticar a Deus”, ou simplificando “falar DE Deus”. A murmuração é o resultado da falta de oração em meio à aflição. Para os FILHOS de Deus, o propósito da aflição é a demonstração de dependência do Pai, já que a Escritura nos ensina que “Não veio sobre vós [crentes] tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” (cf. 1 Co 10.13). Para que o crente não incorra em murmuração, deve sempre se colocar diante do Pai no altar da oração, buscando dEle o escape. Foi o que fez Paulo quando do “espinho na carne”, orou TRÊS vezes buscando livramento, até obter uma resposta de Deus, e só se “conformou” àquela situação depois disso, já que esta se mostrou a vontade de Deus para Ele.

*Confissão positiva – Muitos que tem saído em defesa das doutrinas bíblicas, têm se levantado contra a teologia da prosperidade e da confissão positiva, doravante TP e CP respectivamente, e no afã de sua defesa têm destituído a igreja da ousadia de comparecer diante de Deus mediante Cristo, para suprir TODAS as suas necessidades. Ora, Jesus disse “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” (cf. João 15.7). O problema da TP e CP, neste ponto específico, é que “colocam” Deus contra a parede, imputam a Deus uma OBRIGAÇÃO em fazer o que o homem quer, transformando Deus em “servo” da vontade humana, já que estes fizeram o que Ele lhes ordenou. O antídoto para TP e CP não é uma submissão passiva às adversidades, mas sim uma busca no próprio Deus por livramento, e isto através da oração. De nada adianta ter um grande conhecimento bíblico se a chama do Espírito não arder nos corações, e esta chama só é acesa no altar da oração.

No livro de Atos, os apóstolos disseram "mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra" (cf. Atos 6.4). Quando os apóstolos colocaram a oração antes do ministério da palavra, eles não estavam ensinando que a oração é MAIS importante, mas estavam enfatizando a oração como meio que nos prepara para o ministério da Palavra, e não apenas para o ministério, mas para a compreenção das verdadeiras implicações práticas das doutrinas bíblicas.

Grandes acusações feitas às doutrinas da graça, só são feitas porque em muitos inexiste a prática doutrinária, somos muito teóricos, e nada, ou quase nada, práticos. Já vi pessoas que se dizem calvinistas não depositarem em Cristo sua confiança para salvação, mas na compreensão torta que possuem da doutrina da eleição, e que caminham como aqueles que “convertem em dissolução a graça de Deus” (cf. Jd. 4b).

Em Juízes 3.1,2, o Senhor diz que manteve os povos estrangeiros na terra para que os filhos de Israel aprendessem a guerrear. Da mesma forma isso acontece conosco, depois da nossa conversão Deus não retira da nossa vida as situações adversas, simplesmente porque deseja nos ensinar a lutar, Ele não quer filhos passivos, mas ativos e dependentes dEle. Quando não for para lutar Ele nos avisará, como fez com Josafá (cf. 2Cr 20.17), ou como está escrito no Salmo 46.10 (“Parem de lutar”-NVI).

Concluindo, não é por crermos na absoluta soberania de Deus que devemos passivamente nos submeter às situações adversas que nos são impostas por Ele, mas devemos, confiando em Deus, reagir à estas situações com orações e súplicas, segundo a Sua vontade revelada na Bíblia, até que a paz de Deus que excede todo o entendimento guarde nossa mente e nossos sentimentos em Cristo. Na luta não reclame DE Deus aos outros, reclame COM Deus em oração.

FONTE: http://internautascristaos.com.br/

terça-feira, 26 de outubro de 2010

REAVIVAMNETO, OBRA SOBERANA DE DEUS

Reavivamento é uma obra soberana de Deus. A igreja não produz reavivamento; ela o busca e prepara seu caminho. A igreja não agenda reavivamento; ela ora por ele e aguarda sua chegada. Reavivamento não é estilo de culto, nem apenas presença de dons espirituais ou manifestações de milagres. O Salmo 85 trata desse momentoso assunto de forma esclarecedora. O salmista pergunta: “Porventura, não tornará a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?” (Sl 85.6). Dr. Augustus Nicodemus, em recente mensagem pregada em nossa igreja, ofereceu-nos quatro reflexões acerca do versículo em epígrafe.

1. Reavivamento é uma obra de Deus na vida do seu povo. Reavivamento não acontece no mundo, mas na igreja. É uma intervenção incomum de Deus na vida do seu povo, trazendo arrependimento de pecado, volta à Palavra, sede de santidade, adoração fervorosa e vida abundante. Reavivamento começa na igreja e transborda para o mundo. O juízo começa pela casa de Deus. Primeiro a igreja se volta para Deus, então, ela convoca o mundo a arrepender-se e voltar-se para Deus.

2. Reavivamento é uma obra exclusiva de Deus. Os filhos de Coré clamaram a Deus por reavivamento. Eles entenderam que somente Deus poderia trazer à combalida nação de Israel um tempo de restauração. Nenhum esforço humano pode produzir o vento do Espírito. Nenhuma igreja ou concílio pode gerar esse poder que opera na igreja um reavivamento. Esse poder não vem da igreja; vem de Deus. Não vem do homem; emana do Espírito. Não procede da terra; é derramado do céu. Laboram em erro aqueles que confundem reavivamento com emocionalismo. Estão na contramão da verdade aqueles que interpretam as muitas novidades do mercado da fé, eivadas de doutrinas estranhas às Escrituras, como sinais de reavivamento. Não há genuína obra do Espírito contrária à verdade revelada de Deus. O Espírito Santo é o Espírito da verdade e ele guia a igreja na verdade. Jamais ocorreu qualquer reavivamento espiritual, produzido pelo Espírito de Deus, dentro de seitas heterodoxas, pois Deus não age contra si mesmo nem é inconsistente com sua própria Palavra.

3. Reavivamento é uma obra extraordinária de Deus. O reavivamento não é apenas uma obra de Deus, mas uma obra extraordinária. É uma manifestação incomum de Deus na vida do seu povo e através do seu povo. Deus pode fazer mais num dia de reavivamento do que nós conseguimos fazer num ano inteiro de atividades, estribados na força da carne. Quando olhamos os reavivamentos nos dias dos reis Ezequias e Josias, vemos como o povo se voltou para Deus e houve júbilo e salvação. Quando contemplamos o derramamento do Espírito no Pentecostes, em Jerusalém, vemos como a mensagem de Pedro, como flecha, alcançou os corações e quase três mil pessoas se agregaram à igreja. Quando estudamos o grande reavivamento inglês, no século dezoito, com John Wesley e George Whitefield constatamos que uma nação inteira foi impactada com o evangelho. O mesmo aconteceu nos Estados Unidos no século dezenove e na Coréia do Sul no século vinte. O reavivamento é uma obra incomum e extraordinária de Deus e nós precisamos urgentemente buscar essa visitação poderosa do Espírito Santo na vida da igreja hoje.

4. Reavivamento é uma obra repetida de Deus na história. É importante entender que o Pentecostes é um marco histórico definido na história da igreja. O Espírito Santo foi derramado para estar para sempre com a igreja e esse fato é único e irrepetível. Porém, muitas vezes e em muitos lugares, Deus visitou o seu povo com novos derramamentos do Espírito, restaurando sua igreja, soprando sobre ela um alento de vida e erguendo-a, muitas vezes, do vale da sequidão. Nós precisamos preparar o caminho do Senhor e orar com fervor e perseverança como o salmista: “Porventura, não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?” O reavivamento é uma promessa de Deus e uma necessidade da igreja. É tempo de clamarmos ao Senhor até que ele venha e restaure a nossa sorte!

Por Hernandes Dias Lopes. © Palavra da Verdade. Website: hernandesdiaslopes.com.br


Fonte: http://www.voltemosaoevangelho.blogspot.com/

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

VINEYARD BRASIL - GRANDE DEUS



Musicas:

1. Grande Deus
2. Reina Poderoso Deus
3. Vem e Enche-Me
4. Habita Entre Nós
5. Sopro de Deus
6. Recebo Sim
7. No Controle Tu Estás
8. Clamo a Ti
9. Salmo 19
10. Eis-Me Aqui
11. Tua Misericórdia Senhor se Derrama
12. O Poderoso
13. Tudo Entregarei

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

UM BREVE CREDO SOBRE JUSTIFICAÇÃO


Creio que Jesus Cristo foi justificado por Deus em sua ressureição dentre os mortos, sendo declarado com poder ser o Filho de Deus (Rm 1.4). Ele foi justificado no Espírito (1Tm 3.16), vindicado por Deus, e exaltado à destra de Deus o Pai. Essa justificação, juntamente com a obediência ativa e passiva de Cristo, e todas as suas outras perfeições, é imputada ao seu povo, e é a única base para tudo o que temos nele. Essa justificação de Cristo, essa ressurreição dentre os mortos, foi para a nossa justificação (Rm 4.25).

Creio que Deus em seu soberano e secreto decreto elegeu por nome incontáveis pessoas para a salvação eterna (Ef 1.11). Cada um desses eleitos é justificado individualmente, e irreversivelmente, no momento de sua conversão, quando Deus imputa a eles toda a justiça de Jesus Cristo (Rm 8.29-30). A base dessa justificação é a justiça de Cristo, mais nada, e é apropriada pelo instrumento da fé somente, mais nada, e até mesmo essa fé deve ser entendida como um dom de Deus, de forma que ninguém possa se vangloriar (Ef 2.8-10).

Creio que a Igreja de Jesus Cristo, um corpo pactual orgânico, é também justificada, santificada, regenerada e eleita. Pelo fato de sua santificação, assim como a nossa, não ser ainda completa (Ef 5.24-32), creio que indivíduos não justificados, não eleitos, não santificados e não regenerados podem ser membros (violadores do pacto) desse corpo pactual por um tempo. Mas com o passar do tempo tais ramos estéreis são removidos (João 15.1-7; Rm 11.20; Mt 13.24-40). As máculas – os não eleitos – são removidas da Noiva eleita (Ef 5.27).

Creio que Deus estabeleceu dois pactos distintos com a humanidade, um antes da Queda, e outro após. O primeiro pacto foi chamado um pacto de obras na Confissão de Westminster (7.2). Eu preferiria chamá-lo de um pacto de graça da criação. A condição de guardar o pacto nesse primeiro pacto era crer na graça, nos mandamentos, nas advertências e na promessa de Deus. Se Adão tivesse evitado o pecado nessa tentação, ele não teria motivos para se vangloriar, mas poderia somente dizer que Deus graciosamente o preservou. “Obediência perfeita e pessoal”, mesmo para o homem antes da queda, não é possível a menos que ele confie na bondade e graça de Deus. Porque Deus capacitou Adão com o poder e a capacidade de guardar o pacto com ele (CFW 19.1), Adão foi um recipiente da graça, e dessa forma, o pecado que mergulhou nossa raça na morte foi uma revolta contra a graça.

O segundo pacto é um pacto de graça redentora. O que os dois pactos têm em comum é a graça, não as obras. A condição para guardar esse pacto é a mesma do primeiro, embora as circunstâncias sejam diferentes. A condição sempre é crer em Deus.

Esses pontos são feitos, não para contrabandear “obras” do pacto das obras para o pacto da graça, mas sim o contrário. Creio que devemos insistir que obras autônomas devem ser banidas de toda esfera e empreendimento humano (1Co 1.31).

Fonte: http://www.monergismo.com/



Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Santa Geração - Pr. Antônio Cirilo (2010)

Em parceria com o Ministério Santa Geração, a Som Livre relança o último CD do Pastor Antônio Cirilo, vendido em 2009 sob o título Descanso. Líder e fundador da Santa Geração, Cirilo se tornou uma referência no âmbito do louvor, tendo, inclusive, um programa semanal na TV Rede Super. Os trabalhos de Cirilo têm alcançado o mundo e suas turnês já percorreram vários países da Europa, Japão, África do Sul, Oriente Médio, além dos Estados Unidos e Canadá. Ao longo de sua carreira como músico, Antônio Cirilo lançou 16 CDs, 2 DVDs e 3 DualDisc (estes os primeiros do cenário gospel brasileiro). Em todos esses trabalhos, inclusive no CD Descanso, o Pastor tenta tocar e mudar as vidas das pessoas e atraí-las pra Jesus. Destaque: Poderoso Deus Faixa bônus do CD Descanso, é a canção de Antônio Cirilo de maior repercussão. Além de ter se tornado um hino, a música tem garantido vários recordes para o Ministério Santa Geração.

Faixas
01.Único Digno
02.Bem - Aventurado
03.Filho de Deus - part. especial: David M. Quinlan
04.Quero Beber da Tua Presença
05.Te Adoramos - part. especial: David M. Quinlan
06.Eu Tenho um Desejo
07.Estou aqui, Senhor
08.Descanso
09.Conforto Bonus Track
10.Poderoso Deus


Titulo: Pastor Antônio Cirilo - Descanso
Ano: 2010
Qualidade: 160 Kbps
Tamanho: 76 Mg
Gênero: Gospel/Religioso
Gravadora: SomLivre
Uploader: Dombroski

terça-feira, 28 de setembro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

OLHAR PARA UMA CRIANÇA

Olhar para uma criança é contemplar uma dádiva. Bênção gestada carinhosa e cuidadosamente. A substância ainda informe e já pulsava a vida no seu milagre mais pleno. Lá, no recôndito das câmaras mais profundas de um ventre, gesta oculta a vida envolta em mistérios.
Nada se sabe ainda do pequeno ser. Nada se conhece ainda da forma embrionária desta criança. Contudo, pelas vias do amor chegam ao coração dos pais as boas novas da vida. Brotam sorrisos de alegria e esperança. E a face iluminada dos pais nos serve de janela para o mundo aquoso e quente onde a brota a vida-bênção.
Não há em nós entendimento que seja capaz de captar o maravilhoso início da vida. Nada em nós que possa compreender o espantoso vicejar da vida.
Por isso, olhar para uma criança é contemplar uma dádiva. E aceitá-la sem necessidade de compreendê-la.
Olhar para uma criança é ver um elo. Não digo um elo de corrente. Digo, sim, um elo umbilical. O cordão que se estende, primeiro, de ventre a ventre, da mãe para a criança e vice e versa. Nutrientes, sangue, vitaminas e tudo o que a vida precisa escorre pelo cordão. Um fluxo constante de ida e volta.
Estende-se o cordão, também, desde as profundezas mais remotas do Universo à criança que da mesma substância é formada. Elo que a liga ao insondável cosmo e ao mesmo tempo a todas as gerações da humanidade. Cordão umbilical que tem sua outra ponta nas mãos do Criador, o autor da vida.
Estende-se o cordão, ainda, como um elo que jamais será cortado. Um elo indestrutível entre seus pais. Uma ligação tão profunda e forte que, em tempo algum, deixará de povoar as lembranças e memórias de todos eles.
Ademais, elo se estende por sobre toda a família. Umbilicalmente liga casa paterna e casa materna, avós e avôs, tios e tias e toda a parentela. E todos, como família, se sabem unidos pela força do laço-elo que é essa criança.
Olhar uma criança é ver um elo. E vivê-lo intensa e harmoniosamente.
Olhar para uma criança é vislumbrar esperança. A esperança flui nos sonhos de todos nós que fruímos da presença desta criança. Alimenta-nos de desejos fraternos. Nutre-nos de anseios maternos. Eleva nossos corações aos picos altaneiros da gratuidade. Cobre nossa mente com o manto da sinceridade. Desfralda sobre nossa emoção as velas em sota-vento da confiança, da serenidade, da pureza, da entrega.
A esperança é a fé daquele que ainda não vê o porto, mas sabe que em algum lugar daquele vasto horizonte existe terra firme. Terra-mãe que acolhe com bendições seus rebentos. Rejubila em reencontrar aquelas pessoas que semeiam, às mãos cheias, a paz nos olhos lacrimejantes, o consolo no coração desesperado, a alegria na alma tristonha, a força aos alquebrados, alento aos desvalidos, a esperança a todos eles.
Olhar uma criança é vislumbrar esperança. E acalentá-la sempre de novo.
Olhar para uma criança é olhar para dádiva, elo e esperança. E isto está bem de acordo com o propósito da existência humana: ser a imagem e semelhança do seu Criador.
Olhar para uma criança é contemplar a imagem de Deus. E esse é todo o nosso desejo para a criança que aqui apresentam seus pais. Amém.

Autor: Rev. Prof. Dr. José Roberto Cristofani
          Pastor da Igreja Presbiteriana Independente



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A HOMOSSEXUALIDADE E A IRA DE DEUS


Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão… Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam (Romanos 1.26-27, 32).


Quando Paulo prova que todos pecaram e carecem da glória de Deus, cita a homossexualidade como um exemplo primário de impiedade. Esse julgamento é ofensivo a não cristãos, sendo rejeitado até mesmo por uma parcela significativa da Igreja contemporânea. Em resposta, eles oferecem inúmeros argumentos inúteis.

Há o argumento que “amor é sempre algo certo”. Eles dizem: “Como pode ser errado duas pessoas se amar, mesmo sendo do mesmo sexo? Se elas se amam, isto é bom e certo”. É verdade, amor nunca é algo errado. Mas o que é amor? A Bíblia diz que amor é uma síntese da lei de Deus. É uma síntese do que Deus diz sobre como devemos tratar as pessoas. Como Deus proíbe a homossexualidade, a homossexualidade nunca parte do amor, e o amor nunca leva ou coexiste com a homossexualidade.

De fato, acolher ou mesmo agir a partir de uma atração homossexual por outra pessoa é tratá-la de uma forma proibida pela lei de Deus e convidar a pessoa a também pensar e agir de uma forma proibida. Portanto, a homossexualidade parte do ódio, e não do amor. O amor é somado amiúde à equação porque o homossexual experimenta atração, dependência e afinidade física e/ou psicológica por outra pessoa do mesmo sexo. Mas a palavra certa para isso é lascívia, e não amor.

Essa forma de pensamento é contrária à filosofia do homem. Como exemplo para a situação, a Bíblia diz que se você não disciplina o seu filho com a vara ― se você não bate nele com o propósito de instrução ― você o odeia. Mas as pessoas que se recusam a usar o castigo físico apelam à razão precisamente oposta ― elas dizem que evitam tal coisa porque amam seus filhos. Assim, voltamos à definição de amor. A Bíblia diz que amor é obediência à lei de Deus em nossa maneira de tratar as pessoas. Se você ama o seu filho, você usará castigo físico sempre que for necessário. Se não o fizer, você odeia o seu filho.

Do mesmo modo, os homossexuais não nutrem amor uns pelos outros. Eles se odeiam. Eles querem se usar para satisfazer a sua própria lascívia pessoal, e querem que seus parceiros cooperem para manter um estilo de vida que acaba incorrendo no castigo de Deus. Como pode isto ser amor? Se eu amo você, ainda que seja incapaz de resistir à tentação, eu insistirei que você fuja dessas coisas que me prendem: “Corra! Salve-se! Não seja como eu! Não seja punido, como certamente eu serei!”. Se a exemplo de Eva, você desobedece a Deus e então convida outra pessoa a juntos desobedecerem a Deus, dificilmente haverá uma demonstração mais vívida de ódio do que essa. Se eu decido roubar um banco e peço que a minha esposa me ajude, isto pode apenas significar que eu não a amo tanto quanto afirmo amar.

Continue lendo o artigo (em PDF) através do link no título.

Autor: Vicent Cheung

Fonte: http://monergismo.com/

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ANDREA FONTES - EU ACREDITO EM MILAGRES (2010)


Músicas
01. Você Vai Vencer
02. Podem Vir
03. É Sò Crer
04. Deus Me Trouxe Aqui
05. Não Há Limites
06. O Extraordinário Impossível
07. Vai Queimando
08. Soldado Fiel
09. Você Acredita Em Milagres
10. História Real
11. Filha de Jairo
12. Jesus Está Voltando

FONTE: http://alternativaweb10.blogspot.com

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FAÇA GERRA - John Piper



Fonte: http://voltemosaoevangelho.com

A SANTIDADE DE DEUS - John Piper



Fonte: http://caminhobiblico.blogspot.com

Ministério Sarando a Terra Ferida (2009)



1. O melhor de Deus
2. O haja de Deus
3. Tempo favorável
4. Só me resta te adorar
5. Indesistível (Que jamais desiste)
6. O grande Eu sou
7. Fornalha
8. Um novo tempo
9. Lugar em ti
10. Coisa de Deus
11. Sara-me
12. Sou o que sou
13. Sarado estou
14. Eu levarei a tua palavra

Ouça as músicas antes de iniciar a transferência

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Fonte: http://rapidesharegospel.blogspot.com



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Igreja Cristã Contemporânea - Anne e Kédma se casam


No Dia da Independência do Brasil, Anne Flores, de 31 anos, e Kédma Costa, de 33 anos, celebraram também a libertação delas. As duas se casaram numa cerimônia realizada nesta terça-feira, no Clube Monte Líbano, na Lagoa. O evento foi promovido pela Igreja Cristã Contemporânea. A denominação evangélica é mais liberal e recebe fiéis da comunidade LGBT — sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Como a união de pessoas do mesmo sexo não é reconhecida legalmente no Brasil, as noivas assinaram um contrato de união homoafetiva.

Antes do casamento, um culto celebrou os quatro anos da igreja. Caravanas com fiéis vindas de Minas, São Paulo e do interior do Rio lotaram o clube. Anne e Kédma subiram ao palco durante o culto para cantar músicas religiosas. As duas se conheceram numa igreja evangélica no Mato Grosso do Sul, onde nasceram, e chegaram até a igreja fundada pelos pastores Marcos Gladstone e Fábio Inácio, que também são casados. Segundo eles, já são pelo menos 800 fiéis nas quatro sedes Igreja Cristã Contemporânea: Campo Grande, Centro, Nova Iguaçu e Belo Horizonte.

Juntas há sete anos, Anne e Kédma dizem estar estudando juntas com o objetivo de se tornarem pastoras.

— Há um ano, os pastores Marcos e Fábio celebraram o casamento deles e fomos madrinhas. Não esperava casar tão rápido — disse Kédma.

As duas subiram ao altar vestidas de noiva e ao som da marcha nupcial. Anne comentou a importância da data:
— Estamos comemorando nossa comunhão com Deus e nossa aliança de amor.

Fonte: http://extra.globo.com

domingo, 29 de agosto de 2010

Comunidade Fonte de Água Viva



1 Te buscarei
2 Um novo coração
3 Vem me encontrar
4 Há um rio
5 Eu te amo mais que a mim
6 Tu és meu rei
7 Mais de ti
8 Tu és santo
9 Eu te desejo
10 Teu toque
11 Operando Deus
12 Deixar me tocar

Conheça mais informações deste trabalho (AQUI)

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OBS: Srºs Cantores se algo contigo neste site lhe causa algum dano ou prejuizo nos comunique para que possamos retirá-lo imediatamente de nosso site.


FONTE: www.maxgospel.net

PREGADOR LUO E APOCALIPSE XVI



01.. Só Espartano
02.. Árvore de Bons Frutos
03.. O Desamor Tem Mil Razões
04.. Babel
05.. Ziqzira
06.. Aproveite a Festa
07.. Chicote Estrala
08.. Na Missão
09.. Quem Vai me Trair
10.. Opostos
11.. Um Momento
12.. Slaps e Scratches
13.. Poder Pra Revolucionar - Remix
14.. Pensa Nisso
15.. Não Venda Sua Alma
16.. Muita Treta
17.. Meus Inimigos Estão no Poder
18.. Evolução
19.. Guerreiro do Futuro
20.. Dádiva
21.. Bum Bum Pá
22.. Minha Oração (Parte I)
23.. Árvore de Bons Frutos (Remix Hip-Hop)
24.. Aproveite a Festa (Remix B. Boy)
25.. Árvore de Bons Frutos (Remix Dance)

Mediafire

FONTE: www.maxgospel.net

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O que está acontecendo com a igreja ?


Muitas pessoas buscam saciar sua fome espiritual na igreja, mas não encontram nela o Pão da Vida. Encontram muito do homem, pouco de Deus. Muito ritual, pouco pão espiritual. Muito da terra, pouco do céu. Estamos substituindo o Pão do céu por outro alimento. Os pregadores pregam para agradar, e não para desafiar. Dão palha em vez de trigo ao povo – Jr 23.28. Estão pregando saúde e prosperidade, e não sobre a cruz de Cristo. Pregam-se os direitos dos homens, não a soberania de Deus. Prega-se sobre libertação e não sobre arrependimento e conversão. Prega-se um outro evangelho e não o evangelho da graça.
Neste sentido o que vemos hoje é uma Igreja Católica querendo ser evangélica. Uma igreja protestante sem protestos. Uma igreja que se diz reformada, carente de uma urgente reforma. Umas igrejas evangélicas, distanciadas do verdadeiro Evangelho. Uma igreja carismática, com muito carisma e pouco caráter. A igreja gloriosa precisa de santos nos púlpitos e nos bancos. Não de santos beatificados e canonizados depois de mortos, mas de santos vivos, audíveis, visíveis, palpáveis, nos seminários, nas ruas, nas faculdades, no trabalho, na família – exalando o aroma de Cristo! Aleluia! Afinal, você deve estar se perguntado: “O que está acontecendo com esta igreja gloriosa que Paulo falou em Efésios 5.27 ?

A graça transformada em libertinagem.
É Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, põe a boca no trombone. Leia o versículo 4. Estão torcendo a mensagem da graça de Deus a fim de arranjarem uma desculpa para sua vida imoral. E o pior disso é que isto está acontecendo dentro de muitas igrejas. Leia o versículo 12. Estes intrusos estão adulterando a graça de Deus. Há uma distância enorme entre a graça de Deus e a libertinagem. Graça é a manifestação maior da misericórdia, da compaixão da paciência de Deus. Graça é o próprio Deus agindo graciosamente para conosco. Enquanto a libertinagem é totalmente oposta a isso.

O culto transformado em show.
Não é apenas a mídia que está usando a palavra show para se referir a alguns cultos. Nós mesmos usamos esse termo em nosso meio. Ora, as palavras show e culto não combinam. O dicionário Aurélio define show como espetáculo de teatro, rádio, TV, com grande montagem – que se destina a diversão – atuação de vários artistas de larga popularidade. Culto: adoração/ homenagem à divindade em qualquer forma (religião). A igreja existe não para oferecer entretenimento, melhora de auto-estima, mas sim para adorar a Deus. Se falharmos nisso, a igreja fracassa. Perceba o paradoxo: Convide os jovens de nossas igrejas a um show de música gospel e depois os convide a um congresso de Missões. Veja a diferença de comparecimento em cada lugar.
O tempo destinado à exposição da Palavra em nossas igrejas, está cada vez menor. Há uma cantoria tremenda! Assim como há pão light, geléia light, comidas light, temos hoje também os cultos lights: leve, ligeiro, alegre e jocoso!


Dízimos transformados em dividendos.
A idéia que o dízimo/oferta abrem as comportas do céu, e deixam derramar tanta prosperidade que você não terá onde guardar está tão generalizada que parece não haver saída para este câncer que se instalou na mente dos evangélicos. Há pessoas que dão tudo o que tem na esperança de melhorarem sua vida, de serem bem-sucedidos em seus negócios. Foi, é esta malfadada teologia da prosperidade que criou esta mentalidade mercantilista do dízimo.
Escutem amados: Precisamos mais da prosperidade da Teologia, do que a teologia da prosperidade! Dão não como a viúva que ofertou 2 leptos, pequenas moedas de cobre quase sem valor – uma oferta altruísta, sacrificial. Mas dão para escaparem da falência, de uma doença terminal, de uma separação conjugal. Esta capacidade maligna de transformar a arte de dar em receber está profanando e tornando antipática a palavra dízimo, de origem santa. Isto é totalmente contra o princípio de Jesus ensinou conforme Atos 20.35. O dízimo transformado em dividendos (parte dos lucros líquidos que cabe ao acionista de uma empresa mercantil) inverte os papéis e supervaloriza a obra, em detrimento da graça. Desse modo, Deus assume o papel de devedor e o homem assume o de credor.


Milagres transformados em marketing.
Não há quem precise e não busque a face de Deus para obter livramento frente as difíceis situações da vida: enfermidades, desemprego, morte etc. Devemos buscar a Deus nesses momentos, isso é correto. Agora o que acontece: nós tentamos enquadrar nossas necessidades na lei do mercado. Se há procura, deve haver oferta. Se há problemas difíceis demais, triste demais, complexo demais, então, devem-se ter milagres também.
Então, monta-se uma banca, ou um estande de milagres. O nome de Deus é usado inescrupulosamente. Os milagres não são feitos ao pé do ouvido (como Jesus) sem alarde, sem tocar trombeta: mas de forma sensacional; quanto mais público for, melhor será. Se a igreja não fazia milagres, agora ela tem que fazer, pois caso o contrário perderá seus fiéis e pára de crescer, como a outra está crescendo. Novamente a uma inversão de valores aqui: quando Jesus, o Messias curava, sempre procurava esconder das multidões os prodígios que ele operava. Ele dizia: não conte a ninguém. Então há aqui, uma inversão bíblica, pois enquanto Jesus disse: “Estes sinais acompanharão os que crêem”. Hoje estamos dizendo: os que crêem seguiram estes sinais.

A força moral transformada em força numérica.
A famosa declaração de Jesus em Mt 5.13 de que somos o “sal da terra” mostra o valor da força moral, e não o da força numérica. Por causa da ênfase demasiada nos números, transformamos a conversão em adesão, que são acontecimentos totalmente diferentes, quando se trata da salvação e da vida eterna. Jesus, o Pão da Vida, nunca se empolgou com as multidões que o seguiam! Na verdade ele discernia os corações, e sabia que muitos estavam ali, não por seu ensino e doutrina, mas sim pelos milagres que ele realizava.
Você nunca verá um pregador em uma tribuna dizer: Amados, preguei num Congresso que tinha 20 pessoas. Não! Nunca! Como se Deus estivesse apenas nos grandes ajuntamentos. Quando as multidões quiseram fazer dele um rei, ele se afastou e foi para o monte ( Jo 6.15).Que contraste de nossos pregadores. Que amam mais a glória dos homens do que a glória de Deus! Que o Eterno tenha misericórdia de nós, pois queremos ser a igreja gloriosa, sem mácula e irrepreensível.


Amém!
No amor de Jesus,

Pr Marcello de Oliveira



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Canções de Vida e Adoração - Vol. I (2010)



01. Eu Estava Lá - Emerson Pinheiro
02. Toca em mim - Juliana Santiago
03. Eu vou abrir meu Coração - Fernandinho
04. Tocar nas Vestes - Thiago Marques
05. Ao cair a chuva - Marcell
06. Entregue pra Deus - Nilton Cezar e Andreia Chrys
07. Chega - Paullo e Rennan
08. Existe Uma Saida - Fabinho Junior
09. Sinais De Deus - Raquel Mello
10. Romance - Ministério Rio da Adoração
11. Manoel Salles - Meu Prazer é te louvar
12. Colorir de Amor - Lázaro
13. Nada Pode Calar Um Adorador - Eyshila
14. Agenda de Deus - Dayane & Danyel
15. Minha Adoração - Banda Mundial

Download Completo(VOZ) Mediafire

Fonte: www.maxgospel.net

sábado, 21 de agosto de 2010

DEUS NÃO ESTÁ EM MEUS PLANOS !

Quando falamos em futuro, logo pensamos em nossa vida profissional, familiar, em conquistas, em adquirir bens, em fazer reformas...Esses são os pensamentos mais comuns que temos.


Não é errado termos estes planejamentos e vontades, mas o que mais me entristece é que muitas pessoas sequer lembram de colocar em seus "planejamentos" para o futuro, sua vida de serviço na obra de Deus e muito menos o seu crescimento espiritual. Será que são artigos de menos importância?

Esta tendência está muito presente nos nossos dias e se deve principalmente ao egoísmo e ao foco principal [egoísta] da vida das pessoas. Enquanto os reformadores falavam que o principal objetivo da vida do homem é glorificar a Deus e nele ter prazer, hoje, só se fala em crescimento financeiro ou coisa parecida.

Quem tem um planejamento para daqui a dois anos levar X pessoas a Cristo? Quem tem um planejamento de se tornar um professor de Escola Dominical, ou de ser um intercessor, um missionário, alguém que ora todos os dias, que lê a Bíblia, que leva o evangelho? Quem tem um planejamento de separar um tempo em sua semana para discipular uma pessoa, ou de levar a palavra de Deus a um asilo?

Quem planeja auxiliar algum ministério no próximo ano, ou aceitar o convite feito pelo pastor para colaborar em alguma área?

Acabamos nos esquivando em muitas situações e não colocamos em nossos dias a obra de Deus como prioridade.

Infelizmente nossos planos não contemplam o melhor da vida, que é servir a Deus e ao próximo. Que pena as coisas serem assim. Acho que o cristianismo está como está hoje, não só porque muitos falsos profetas estão pregando heresias, mas porque os que se dizem verdadeiros profetas, aqueles que muitas vezes professam Jesus, só tem olhos para suas próprias vidas e motivações egoístas.

Que os nossos próximos planejamentos contemplem a obra de Deus! Que grande mudança isso pode trazer!!

Por André Sanchez
Fonte: http://www.esbocandoideias.com/

sábado, 7 de agosto de 2010

O EVANGELHO SEGUNDO JOÃO





Sinopse

"Antes de ser um livro, o evangelho foi uma palavra pregada. Antes de ser lido ele foi ouvido. Como o senhor Jesus tinha falado, assim falaram os apóstolos depois de sua morte. O evangelho segundo João está fiel ao poderoso texto da bíblia Sagrada. Mostra o curso da vida de Jesus, durante um período tumultuado da história. Ele retrata as ações, os milagres, as pregações, a vida e os ensinamentos de Jesus. Estrelando Henry Jan como Jesus e narração de Christopher Plummer, e também com mais de 2,500 pessoas. "

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"EU ERA FARISEU..."


O testemunho de conversão de Paulo ganha muito mais realce na Nova Tradução na Linguagem de Hoje: “Eu “era” fariseu... Eu “era” tão fanático, que persegui a Igreja” (Fp 3.5-6).

Lembrar a sua militância dentro do partido religioso e político dos fariseus foi um ato de extrema coragem de Paulo. Jesus denunciou essa seita judaica com grande veemência, principalmente num dos seus últimos discursos. No capítulo 23 de Mateus, ele os chama abertamente de hipócritas sete vezes. Os fariseus explicam a lei de Moisés, mas “não fazem o que ensinam” (v. 3). Amarram fardos pesados nas costas dos outros, mas não os ajudam “nem ao menos com um dedo a carregar esses fardos” (v. 4). Copiam e amarram na testa e nos braços trechos das Sagradas Escrituras só para serem notados pelos outros (v. 5). Adoram ser tratados com respeito e chamados de mestres nos espaços públicos (v. 7). Trancam a porta do reino do céu, não entram “nem deixam que entrem os que estão querendo entrar” (v. 13). Exploram as viúvas, roubam-lhes os bens e, “para disfarçarem, fazem longas orações” (v. 14). Atravessam os mares e viajam por todas as terras fazendo proselitismo e, quando alguém se converte, “tornam essa pessoa duas vezes mais merecedora do inferno” do que eles mesmos (v. 15). Ensinam uma porção de coisas inexatas, dão o dízimo até da erva-doce, “mas não obedecem aos mandamentos mais importantes da lei” (v. 23) e têm o vício de coar mosquitos e engolir um camelo (v. 24). O pior de tudo é que os fariseus fazem questão de lavar o copo e o prato só por fora, deixando dentro deles as coisas que “conseguiram pela violência e pela ganância” (v. 25). Ao dizer que os fariseus eram “como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos e podridão” (v. 27), Jesus poderia ter usado o dito popular “Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento” ou o seu correspondente “Por fora, muita farofa; por dentro, não tem miolo”.

Certamente, Paulo, nem mesmo antes da sua conversão, tinha essas características próprias dos fariseus. Porém viajava de cidade em cidade para desconverter os cristãos. Ele mesmo conta ao rei Agripa: “Durante muito tempo eu os castiguei em todas as sinagogas e os forcei a negar a sua fé. Tinha tanto ódio deles, que até fui a outras cidades para persegui-los” (At 26.11).

Não é fácil mudar de vida. Não é fácil deixar de lado estilos de vida herdados, ensinados, aprendidos, experimentados, adotados, vivenciados e arraigados por muitos anos. Também não é fácil livrar-se de certas dependências, como a dependência do álcool, da maconha, da cocaína, da pornografia. Não é nada fácil mudar de comportamento, do ódio para o amor, do egoísmo para o altruísmo, da soberba para a humanidade, do pão-durismo para a mão aberta. Não é nada fácil mudar de posição religiosa, do ceticismo para a fé, da indiferença para o fervor, da ignorância para as convicções, da irreverência para o temor do Senhor.

Todavia, além do exemplo de Paulo, a história bíblica e a história moderna estão cheias de mudanças reais e definitivas. No último instante de vida, um dos ladrões crucificados ao lado de Jesus deixou de escarnecer do Senhor (Mt 27.44) e passou para o lado dele (Lc 23.39-43). Paulo garante que muitos cristãos de Corinto, na Grécia, o elo entre Roma, a capital de império, e o Oriente, eram ex-adúlteros, ex-alcoolistas, ex-assaltantes, ex-fofoqueiros, ex-homossexuais ativos e passivos, ex-trapasseiros. Todos foram poderosamente alcançados pela graça especial de Deus, lavados, justificados e santificados em Cristo Jesus (1Co 6.9-11).

Ainda há esperança para homens e mulheres de qualquer lugar, de qualquer idade e de qualquer situação. Muitos ainda podem vir a declarar como Paulo: “Eu “era” fariseu... Eu “era” tão fanático, que persegui a Igreja”.
Revista Ultimato - Edição 324 - maio/junho

quarta-feira, 21 de julho de 2010

CONFORMISMO OU TRANSFORMAÇÃO ?


Jonh Maxwell, famoso escritor na área de liderança, resumiu o significado de liderança como influência. Se lembrarmos que um dos significados da palavra influência é ‘poder’, podemos então concluir que liderança é poder. E poder é o que precisamos para transformar famílias, igrejas e a sociedade em geral.

Creio que muitos líderes ignoram o poder da influência, e por isso sua liderança não é tão transformadora quanto poderia ser. Ou, então, sua influência não é positiva, como a que se espera de um crente em Jesus Cristo. Como líderes, precisamos ter consciência de nosso poder de influência e fazer uso dele para promover as transformações que deixam cada vez mais claro ao mundo a chegada do Reino de Deus através da ação da Igreja de Cristo. Se não tivermos uma influência positiva, é certo que assumiremos uma influência negativa, pois o “mundo jaz no maligno” (1Jo 5.19).

Não influenciar com uma liderança espiritual é influenciar por algum outro tipo de liderança. E aqui entra o perigo do comodismo, de ir ‘a favor’ e não ‘contra’ a maré. Comodismo é sinônimo de má influência, de falta de percepção do poder de liderança. Líderes que não fazem diferença estão entregando ao inimigo de nossas almas todo potencial que poderia ser empregado no exercício de uma influência cristã. Talvez seja nesse sentido que o apostolo Paulo declarou: “E não vos amoldeis ao esquema deste mundo, mas sede transformados pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2). Conformismo tem a ver com assumir a forma já estabelecida. Líderes que se conformam à realidade acabam fortalecendo tal realidade, pois, querendo ou não, exercem poder de influência. Um líder que vê comportamentos estranhos em seus liderados e não fala nada está reforçando tal comportamento e usando sua influência para cristalizar erros. Por outro lado, um líder que promove a transformação do seu ambiente está fazendo uso de sua influência para manifestar os valores do Reino de Deus e as grandes possibilidades que o evangelho de Jesus oferece a todos aqueles que nele creem.

Para o líder, não há muros para subir ou zonas de conforto para se abrigar. Seu poder de influência não lhe permite a neutralidade. Conformismo gerará reforço de tradições sem sentido, pecados escondidos, falta de criatividade e, por fim, criará verdadeiros impérios que impedem a manifestação plena do Espírito Santo de Deus, que nos traz a novidade do Senhor a cada dia. O líder cristão entende que tem diante de si um compromisso com a transformação, afinal lhe foi dado poder de influência. Com isso, ele pode promover uma grande movimentação em prol do Reino de Deus.

Para o líder exercer boa influência e promover transformações, ele precisa de compromisso com Deus e visão espiritual dos seus liderados, das estruturas em que estão inseridos e, principalmente, da vontade de Deus. Esse compromisso lhe dará abertura para lidar com diferentes situações, ampliará sempre o Reino de Deus e mostrará o que é ser sal e luz no mundo. Promover transformação e não incentivar a estagnação deve ser o nosso lema. Não podemos admitir líderes conformados com um mundo que jaz no maligno e que se apresenta como oponente ao Reino de Deus. É momento de usarmos nosso poder de influência e nos unirmos para promover grandes transformações começando por nossa vida pessoal, familiar e eclesiástica. Como você tem usado sua influência? Você está consciente do poder que tem em suas mãos?

Certa vez perguntaram a Martin Luther King por que ele insistia em promover manifestações a favor da igualdade entre brancos e negros nos Estados Unidos. Sua resposta foi simples: “Calado ou falando estou influenciando uma geração. Quero ser conhecido então por uma boa influência...” Que tenhamos a mesma consciência e que, em vez de conformismo, nos unamos àqueles que com muito esforço têm promovido a transformação do mundo através do poder do evangelho.

Autor: GUILHERME DE AMORIM ÁVILLA GIMENEZ

terça-feira, 20 de julho de 2010

ARREPENDER OU PERECER



Estas foram as palavras do Filho encarnado de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário se é para o pecador fazer paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra Ele. O arrependimento não salva, todavia nenhum pecador jamais foi ou será salvo sem ele. Nada senão Cristo salva, mas um coração impenitente não pode recebê-LO.

Um pecador não pode crê verdadeiramente até que ele se arrependa. Isto é claro a partir palavras de Cristo concernente o Seu precursor, "Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele" (Mateus 21:32). Isso é também evidente a partir de Sua chamada como trombeta em Marcos 1:15, "Arrependei-vos, e crede no evangelho". Isto é o porque o apóstolo Paulo testificava "o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus" (Atos 20:21). Não faça confusão neste ponto querido leitor, Deus "ordena agora que todos os homens em todo lugar se arrependam" (Atos 17:30).

Em requerer arrependimento de nós, Deus está pressionando Suas justas reivindicações sobre nós. Ele é infinitamente digno de supremo amor e honra, e de universal obediência. Isto nós temos impiamente Lhe negado. Tanto um reconhecimento como uma correção disto é requerido de nós. Nossa desafeição por Ele e nossa rebelião contra Ele devem ser reconhecidas e exterminadas. Dessa forma, o arrependimento é uma compreensão profunda de quão terrivelmente tenho falhado, durante toda minha vida, em dar a Deus Seu justo lugar em meu coração e em meu andar diário.

A justiça da demanda de Deus por meu arrependimento é evidente se considerarmos a natureza hedionda do pecado. Pecado é uma renúncia dAquele que me fez. É Lhe recusar Seu direito de me governar. É a determinação de agradar a mim mesmo; assim, é uma rebelião contra o Altíssimo. O pecado é uma ilegalidade espiritual, e uma indiferença absoluta à autoridade de Deus. Ele está dizendo em meu coração: Eu não me importo com o que Deus requeira, eu vou seguir o meu próprio caminho; eu não me importo com o que Deus reivindique de mim, eu serei o senhor de mim mesmo. Leitor, você não percebe que é assim que você tem vivido?

O arrependimento verdadeiro origina-se a partir de uma compreensão no coração, operado neste pelo Espírito Santo, da excessiva malignidade do pecado, do terror de ignorar as reivindicações dAquele que me fez, de desafiar Sua autoridade. Ele é conseqüentemente um santo ódio e horror do pecado, uma profunda tristeza por ele, e o reconhecimento dele diante de Deus, e um completo abandono dele de coração. Até que isto tinha sido feito, Deus não nos perdoará. "O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" (Provérbios 28:13).

No verdadeiro arrependimento o coração se volta para Deus e reconhece: Meu coração tem sido posto sobre um mundo vão, que não pode satisfazer as necessidades de minha alma; eu Te abandonei, a fonte de águas vivas, e me voltei para cisternas rotas que nada retêm: eu agora reconheço e lamento minha tolice. Ele ainda diz mais: eu tenho sido uma criatura desleal e rebelde, mas eu não mais serei assim. Eu agora desejo e determino com todo meu poder servir e obedecer a Ti como meu único Senhor. Eu me entrego a Ti como minha presente e eterna Porção.

Leitor, seja você um Cristão professante ou não, é arrepender ou perecer. Para cada um de nós, membro de igreja ou não, é voltar ou queimar; voltar da direção da obstinação e auto-satisfação; voltar para Deus com um coração quebrantado, procurar Sua misericórdia em Cristo; voltar com total propósito de coração de Lhe agradar e servir: ou ser atormentado dia e noite, para sempre e sempre, no Lago de Fogo. Qual deve ser sua porção? Oh, ajoelhe-se agora mesmo e implore a Deus que te dê o espírito de verdadeiro arrependimento.

"Sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados" (Atos 5:31). "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte". (2 Coríntios 7:10).

Por A.W. Pink
Tradução: Felipe Sabino
Website: http://www.monergismo.com/

Fonte: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com

MINISTÉRIO AME - SÓ A GRAÇA (2010)



01. Só a Graça
02. Tomo Posse
03. Leva-me
04. Sonhos de Deus
05. Posso Crer
06. Familia
07. Perto de Ti
08. Mulher Samaritana
09. Grande
10. Eu Me Prosto
11. Se Eu Te Obedecer
12. Vem Me Socorrer - Bônus
13. Me Amas - Bônus

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domingo, 18 de julho de 2010

ESPERANÇA DE AVIVAMENTO - C. H. Spurgeon


Então, cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos! Números 21.17

Este poço no deserto se tornou famoso porque foi o assunto de uma promessa. "Este é o poço do qual disse o SENHOR a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água" (Números 21.16). O povo necessitava de água, que lhe foi prometida pelo seu Deus gracioso. Nós precisamos de novos suprimentos da graça celestial. O Senhor se comprometeu em dar-nos tudo que Lhe pedimos.

O poço se tornou o motivo de uma canção. Antes de a água jorrar, a fé satisfeita levou o povo a cantar. Quando eles viram a água cristalina borbulhando, a música ecoou com mais regozijo. Nós, que cremos nas promessas de Deus, devemos nos alegrar na esperança de avivamentos divinos em nossa alma. Quando os experimentarmos, nosso regozijo santo fluirá. Estamos sedentos? Não murmuremos, e sim cantemos. Sede espiritual é difícil de ser suportada, mas a promessa nos indica um poço. Encorajemo-nos em olhar para esse poço.

O poço foi o assunto central da oração — "Brota, ó poço!" Temos de buscar aquilo que Deus prometeu dar-nos, pois, do contrário, mostraremos que não possuímos nem desejo nem fé. Nesta noite, supliquemos que as palavras lidas neste versículo e em nossas leituras devocionais não se tornem uma formalidade vazia. Em vez disso, elas devem se tornar um canal de graça para a nossa alma.

O poço foi um motivo do esforço — "Poço que os príncipes cavaram" (Números 21.18). O Senhor deseja que sejamos ativos em obter graça. A oração nunca deve ser negligenciada; a comunhão com os outros crentes não pode ser desprezada; a adoração não pode ser colocada em uma posição irrelevante. O Senhor nos dará generosamente sua graça; mas Ele não o fará como uma recompensa por nossa indolência. Busquemos o Senhor, em quem estão todas as nossas fontes de regozijo.