
01.. Se Eu Não Louvar
02.. A Tua Graça Me Basta
03.. Salmo 51
04.. A Cruz de Cristo
05.. Ele Recebe Pecadores
06.. Eu Quero a Glória
07.. Sublime Esperança
08.. Em Sua Presença
09.. Prelúdio (Narração Pr. Oliveiros Ferreira)
10.. A Última Lágrima
11.. Quando Deus Se Levantar
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terça-feira, 13 de julho de 2010
JÔNATAS FERREIRA - Sublime Esperança (2010)
sábado, 10 de julho de 2010
CRENTES PERIFÉRICOS

Inicio esta reflexão com uma pergunta: você saberia dizer quais os motivos que justificam o seu ingresso ou permanência em uma igreja "evangélica"?
A igreja deveria estar a serviço do Reino de Deus, mas hoje em dia, com raras exeções, tem servido a outros "senhores", a interesses completamente opostos ao Evangelho. A igreja deveria servir ao próximo, servir para promover vida, porém, é inegável que muitos têm feito da "casa de oração" um "covil de ladrões". Então, quais os motivos pelos quais você continua na igreja?
Em face desse estado de coisas, muitos acham que é possível ser crente em casa, no conforto do lar, sem envolvimento com o Corpo de Cristo. Afirmam que o importante é a sua relação com Deus e não com a igreja.
Dizem que a igreja é uma instituição falida, hipócrita e que preferem não ter compromisso com apenas uma denominação e todos os seus defeitos, mas freqüentar várias igrejas para tirar o que cada uma tem de melhor. Afirmam ainda que são “de Cristo” e isto basta.
Na década 90, houve uma proliferação de congressos e cruzeiros de "pregadores famosos". Cada entidade ou denominação realizava seu evento em hotéis de luxo, balneários e estâncias hidrominerais, fora as viagens em aviões fretados para Israel, batismo no rio Jordão e outras coisas mais. Pouco a pouco, os congressos acabaram ou perderam impacto. Quando passou essa febre, sobrou pouca gente. Eram os "crentes de congresso".
Somos uma geração que detesta compromisso. É muito mais fácil entrar no estádio, ficar na arquibancada falando mal do técnico e depois ir embora para casa, do que estar efetivamente envolvido no processo. É mais fácil falar mal da igreja, apontar erros, mesmo que existentes, e praticar o denuncismo vazio, do que se envolver na obra.
A igreja é uma instituição divina e como tal, não pode estar falida. É como o casamento: embora a sociedade o ridicularize e diga que é uma instituição falida, somos obrigados, como pessoas de fé, a nos levantar e bradar que falidos estamos nós, por causa do nosso orgulho, egoísmo e hedonismo. O problema não é com o casamento, é com os casados.
A igreja não é uma mera instituição religiosa. Não é composta de convenções, sedes, organizações jurídicas ou redes de franquias. A igreja somos nós. Por isso, não adianta falar da igreja como se fosse uma entidade, uma terceira pessoa.
Esse conceito de que posso ser cristão à margem deste processo é falsa. Se sou realmente cristão, estou envolvido diretamente com a coisa toda. Jesus ensinou que quem não quer compromisso na terra, não pode ter compromisso no céu.
Você não precisa ser membro de uma igreja para ser salvo: para isto basta crer no Senhor Jesus. Porém, a regra é clara: se você já é salvo pelo sangue do Cordeiro, precisa estar em comunhão com uma igreja local. Caso contrário, sua comunhão com Deus estará interrompida. Ser ligado na terra é estar em comunhão com o corpo de Cristo. Foi o que ele disse quando afirmou “o que ligardes na terra será ligado no céu e o que desligardes na terra será desligado no céu”. (Mateus 18.18).
Muita gente diz que para se relacionar bem com Deus não é preciso fazer parte de uma igreja, que isso é secundário, que o que importa é a sua devoção pessoal. Não! Segundo este versículo, esta é uma situação impossível.
Quem está em comunhão com Deus necessariamente precisa estar em comunhão com seus irmãos. E a prática comprova a teoria. Quem diz esse tipo de coisa, invariavelmente não está nada bem com Deus. Usa isso como desculpa para justificar sua falta de compromisso.
O que o apóstolo João disse sobre o amor é válido também para a comunhão: se você não ama a seu irmão a quem você vê, como pode amar a Deus a quem você não vê? (I João 4:20).
Apesar da integridade e moral duvidosa de muitas "lideranças", a despeito da zombaria e escárnio que se tem feito usando o nome de Deus, mesmo com todos os erros, mesmo com a perda da identidade de muitas igrejas, Jesus não desistiu delas!
É só prestar atenção ao seu redor. Ainda há conversões genuínas, ainda existe cura para o doente, ainda existe um povo que não retrocede na sua esperança, que sabe que é de Deus, e por ser de Deus não desiste nunca. Aliás, nós não desistimos, porque Ele não desistiu, e prometeu que onde estiverem dois ou três reunidos em Seu Nome, Ele ali estará.
É muito cômoda a posição de “usuário”. Você vai à igreja “a” por causa do louvor, à igreja “b” por causa dos estudos bíblicos, à igreja “c” porque a reunião de oração é muito boa. Só que você se esquece de que a igreja “a” só tem um louvor bom e inspirador porque um grupo de irmãos comprometidos está ensaiando o domingo inteiro enquanto você assiste TV ou está em alguma atividade de lazer.
A igreja “b” tem bons estudos bíblicos porque pastores e mestres gastam horas em cima de um texto, pesquisando ou lendo comentários enquanto você se esparrama no sofá para assistir o seu programa favorito.
Se todo mundo pensar que pode viver uma vida espiritual pulando de galho em galho, ao bel prazer de suas preferências pessoais, não sobrará ninguém para realizar a obra.
Esses são os parasitas que vivem na periferia da fé: são como ciganos ou hippies, que criticam o sistema para não assumir responsabilidades, mas usufruem de todos os benefícios que esse mesmo sistema lhes oferece. Não que o sistema seja perfeito e não tenha suas injustiças. É que eles mesmos não estão dispostos a mover uma palha para ajudar a melhorar as coisas.
Virou moda, agora, criticar a igreja e depois sair para comunidades liberais, descomprometidas com uma caminhada de responsabilidades recíprocas. Em geral, essa atitude é gerada por pessoas que cometem seus deslizes e depois recusam a submeter-se ao devido tratamento.
Assumem a postura hipócrita de “se alguém nunca errou que atire a primeira pedra”, como se isso justificasse seus próprios erros. Erram quando tentam defender uma graça que aceita tudo, perdoa tudo, restaura tudo. Esta não é a graça da Bíblia.
O amor de Deus é incondicional, mas o seu perdão não. Para ser perdoado, o pecador precisa aceitar os termos que Deus estabelece. Não há perdão de pecado sem confissão e arrependimento.
E o que é mais grave: tem muita gente querendo que a igreja alise seus pecados, engula seus podres e passe por cima deles, sem passar pelo processo necessário para sua restauração.
É hora de rever em que tipo de Evangelho cremos e se estamos nele vivendo, já que disso depende a mensagem que pregamos, o que, por sua vez, vai determinar o tipo de “crentes” que vamos ter em nossas igrejas.
Saia da letargia espiritual, da periferia da fé, do comodismo fútil e da religiosidade vazia. Deixe de ser morno em relação às coisas espirituais! Mergulhe no oceano do Espírito, permitindo que o poder de Deus flua através de todo o seu ser, produzindo frutos que saltem para a vida eterna!
CANTANDO A BÍBLIA - Alessandra Samadello (Vol. 2)
01. Sodoma e Gomorra
02. Um Prato de Lentilha
03. A Escada do Céu
04. O Sonho de José
05. José no Egito
06. Moisés e Cestinho
07. A Escuridão
08. Libertos do Egito
09. O Manà de Deus
10. Os Dez Mandamentos
Download Completo(VOZ)
CANTANDO A BÍBLIA - Alessandra Samadello
01. O Dia Que Deus Criou O Mundo
02. Brincando de Massinha
03. O Boneco Adão
04. O Descanso de Deus
05. O Dia Do Senhor
06. O Encontro Com A Serpente
07. A Primeira Promessa
08. A Primeira Criança
09. O Diluvio
10. Como Surgiram os Idiomas
11. A Torre de Babel
12. A Promessa a Abraão
13. A Obediencia de Isaque
Download Completo(VOZ+PB)Megaupload
Fonte: http://semeandoavida.blogspot.com
quarta-feira, 7 de julho de 2010
GLÓRIA - FERNANDA BRUM (2010)
01. A Tua Glória Faz
02. Canta Minh'alma
03. Vem Sobre Mim
04. Eu Quero ir Além
05. Enquanto eu Chorava
06. A Glória do Pai
07. Máscaras
08. Pavão Pavãozinho
09. A Visão da Glória
10. Meu Melhor Amigo
11. No Sangue e no Fogo
12. Ninguem Vai Me Segurar
13. Serpentes no Deserto
14. Um Dia Desses
15. A Glória do Pai (Bonus)
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
CRISTO É MAIS !

O verdadeiro problema é justamente o oposto disso. É o seu menosprezo para com a pessoa de Cristo. É a maneira reducionista de muitos evangélicos perceberem a Cristo. É a construção de uma espiritualidade neo-pagã em que a pessoa de Cristo é secundária (onde deveria ser central), instrumentalizada em um discurso cujo centro é o consumo de bens espirituais (Mt 6.24, 31-32). O problema de muitos evangélicos é não perceber o tamanho do evangelho de Cristo e quem de fato Cristo é.
Há no discurso evangélico uma presença muito clara do nome de Jesus, mas uma presença que beira à magia, já que se trata de um uso instrumental e ritualístico do nome de Jesus, e que beira à idolatria (pasmem! uma idolatria de Jesus!), pois o nome de Jesus é apresentado desvestido e desencarnado da pessoa de Jesus Cristo, de seu ensino e de seu significado teológico como redentor da humanidade (Mt 7.21).
Quando a Bíblia nos ensina a orar “em nome de Jesus Cristo” (1Co 5.4; Ef 5.20), isso não é uma fórmula mágica que carrega em si poder para realizar milagres. A expressão significa que os cristãos são representantes de Cristo na terra, e por isso devem falar em nome de Cristo, fazendo a oração que ele próprio faria.
Jesus ficou reduzido a isso em boa parte do discurso evangélico: uma palavra mágica, um ícone, um significante cujo significado se tornou propositadamente difuso. Com isso, foi-se esquecendo do verdadeiro Jesus Cristo, o mestre a quem se deve seguir (Mt 11.28-29; Cl 2.8), dos seus ensinos de amor por palavras e atos, da sua pregação sobre o desprendimento e a humildade (Mt 6.25-34; Lc 22.26; Jo 13.1-17), de seu esvaziamento no serviço (Fp 2.5-8).
De fato, há muita extravagância religiosa entre os evangélicos, que vai das coreografias sem profundidade às expressões faciais agônicas; dos discursos inflamados sobre cura e poder à rigidez moralista das propostas de conduta cerceadoras da liberdade em nome de um pudor muito distante daquilo que a Bíblia indica (Mq 6.8; Cl 2.20-23); do dogmatismo que faz de Cristo um mero item doutrinário ao sectarismo individualista que nos faz esquecer as dimensões sócio-políticas da redenção no aqui e agora.
Cristo é mais! O que Cristo pode fazer pelos seres humanos é muito mais do que está sendo muitas vezes apresentado pelos evangélicos e aos evangélicos. Não se limita aos benefícios materiais e curas, mas a uma vida tão plena de sentido e de senso de vocação que os bens materiais e a saúde deixam de ser primordiais.
Cristo é mais! Foi-se esquecendo das dimensões mais profundas da redenção que há em Cristo. Essa redenção ficou reduzida à garantia de uma vida feliz após a morte, à esperança materialista de um céu de recompensas luxuosas (devido a interpretações literalistas dos símbolos bíblicos: Ap 2.10; 21.11), esperança que não indica nenhum desapego, mas antes ressentimento e inveja em relação aos ricos e poderosos. A redenção em Cristo já não é percebida como o resgate de uma vida diferenciada, uma vez que dotada de sentido e valor aqui e agora, na missão, no serviço, no convívio amoroso e no desfrutar da criação divina.
Cristo é mais! O individualismo da modernidade nos fez crer que o dom de Cristo se limita ao que pode fazer por cada pessoa enquanto indivíduo, deixando de lado as dimensões sociais do evangelho, e tudo que ele significa para a nação (Sl 33.12): um futuro melhor para nossos filhos, uma cultura calcada na integridade e na justiça, no amor e na sabedoria, a construção de uma sociedade que vive de acordo com os valores do reino de Deus (Mt 28.20). Em vez disso, vemos que as preocupações éticas e a preparação para a cidadania estão descartadas da pregação e fora do ensino religioso nas igrejas (Is 1.10-17).
Tampouco pode ser Cristo reduzido a mero elemento do sistema doutrinário, como se minha fé incluísse, entre outras, doutrinas acerca da pessoa de Cristo e acerca de sua obra de salvação. Cristo é mais! Ele é o centro de nossa fé. É nele que cremos, em sua vida conosco, na sua presença (Mt 28.20; Jo 14.16-18) e no seu pastoreio (Sl 23.1; Jo 10.11). Ninguém deve se considerar salvo em Cristo porque subscreve à doutrina da salvação pela graça mediante a fé. Mera aceitação de doutrinas é obra meritória de cunho intelectual e ritualista (Rm 3.20, 28). Somos salvos pela graça divina mediante a fé (Ef 2.8-10) na possibilidade de estarmos unidos a Cristo em sua morte e em sua ressurreição (Cl 2.12; 2Tm 2.11) -- uma realidade a ser vivenciada aqui e agora!
Cristo é mais! A redenção em Cristo não se limita ao perdão da culpa dos pecados, à nossa justificação pela união com Cristo em sua morte na cruz, mas se estende à esperança da glória (Ef 1.18; Cl 1.27), à santificação pela presença de Cristo em nós (Rm 6.22; Hb 12.14), que nos torna seus discípulos e imitadores (1Co 11.1; 1Ts 1.6). A fé protestante está centrada na vida do Cristo ressurreto (1Co 15.14, 19; Rm 6.5). Não somos convidados a viver, em Cristo, como penitentes! Antes, a uma vida abundante (Jo 10.10)! Nossa união com Cristo nos leva a viver a sua vida, nos eleva para perto de sua própria estatura espiritual (Ef 4.13), promete nos tornar co-participantes da natureza divina (2Pe 1.4), e nos convida a viver desde já possuídos pela glória de Deus (2Co 3.18) e entusiasmados pelo Espírito Santo (Ef 5.18).
Cristo é mais! Na verdade, é muito mais do que pensamos ou podemos imaginar. Temos que esperar sermos por ele surpreendidos (Ef 3.20), como um leão que não pode ser adestrado, que é bom, mas que não é domesticado (como sugere C. S. Lewis acerca de Aslam), como um tigre que subitamente coloca suas patas dianteiras sobre nosso peito exigindo-nos a nossa atenção para seu poder e sua beleza (como sugere Thomas Howard em “Christ the Tiger”). Por mais que tentemos enlatar a Cristo, condicioná-lo, fazê-lo nos servir, qual gênio da lâmpada, ele nos escapará do controle e nos surpreenderá, porque Cristo é muito mais!
Lamento pelas multidões de cristãos que se esqueceram, que se iludiram, que se deixaram levar por pregações acerca de Cristo e em nome de Cristo que o reduziram a algo ridiculamente menor do que ele de fato é, a um simulacro, um instrumento religioso a serviço de igrejas que são também simulacros de igreja cristã, e que, por esta genuína apostasia (Lc 18.8; 2Ts 2.3), deixam de ser igreja de Cristo para serem igrejas do anticristo, pois o anticristo nada mais é que o simulacro de Cristo (Mt 24.24), uma abominável desolação!
Lamento principalmente pela perda do verdadeiro Jesus Cristo, que pode dar sentido à vida, que pode curar a nação, que pode resgatar a humanidade em direção da sua própria glória, a glória da vida do amor de Deus. Estamos trocando a Cristo por simulacros, pois, ao reduzi-lo a fórmulas mágicas, eclesiásticas ou teológicas, ele se torna menos do que ele é: a presença viva, aqui e agora, da pessoa que me convida a segui-lo, a encarnar o seu próprio Espírito, e abraçar o projeto supremo de viver, nele, a vida eterna e abundante de Deus.
Autor: Pr. Ricardo Quadros Gouvêa Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão-SP
terça-feira, 29 de junho de 2010
COMO SER UM REFÚGIO PARA SEUS FILHOS
Se papai está com medo, para quem o filhinho se voltará? Supõe-se que os pais são seguros; que eles sabem o que fazer, como resolver problemas, consertar as coisas e, mais importante do que tudo, como proteger os filhos dos perigos. Mas, o que acontece quando uma criança vê o medo na face de seu pai? O que acontece se o pai está tão atemorizado quanto a criança e não sabe o que fazer? Então, ela fica perturbada e sente pânico.
No entanto, se o pai é confiante, o filho têm um refúgio. Se o pai não está apavorado, e sim calmo e firme, todas as muralhas podem ruir; todas as ondas, quebrar-se; todas as serpentes podem sibilar; os leões, rugir; e os ventos, soprar, não haverá lugar mais seguro do que os braços do pai. O pai é um refúgio, enquanto está confiante. Esta é a razão por que Provérbios 14.26 diz: “Isso é refúgio para seus filhos”, se o pai tem forte confiança. A confiança do pai é um refúgio para o filho.
Pais, a batalha para sermos confiantes não é apenas a respeito de nós mesmos; é a respeito da segurança de nossos filhos. É uma batalha que se refere ao senso de segurança e felicidade deles. E sobre a questão se eles crescerão vacilantes ou firmes na fé. Até que os filhos conheçam a Deus, de maneira profunda e pessoal, somos a imagem e a incorporação de Deus na vida deles. Sendo pessoas confiantes, confiáveis e seguras para eles, é mais provável que eles se acheguem a Deus para tê-Lo como seu refúgio, quando as tempestades lhes sobrevierem.
Então, como podemos ter forte confiança? Antes de tudo, nós também somos crianças; vasos de barro, frágeis e quebradiços, que lutam com ansiedades e dúvidas. A melhor solução é usarmos a melhor aparência que tivermos e ocultarmos nosso verdadeiro “eu”? Na melhor das hipóteses, isso nos causará úlceras e, na pior, nos levará a uma duplicidade que desonra a Deus e repele os adolescentes. Esta não é a resposta.
Provérbios 14.26 nos oferece outra resposta: “No temor do Senhor, tem o homem forte amparo”. Isto é muito estranho. Este versículo nos diz que a solução para o medo é o temor. A solução para a timidez é o temor. A solução para a incerteza é o temor. A solução para a dúvida é o temor.
Como pode ser isto?
Parte da resposta é que o “temor do Senhor” significa temer desonrar o Senhor; e isso implica ter medo de temer aquelas coisas sobre as quais o Senhor nos prometeu ajuda para vencê-las. Em outras palavras, o temor do Senhor é um grande destruidor de temores.
Se o Senhor diz: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10), é algo temeroso inquietar-nos a respeito do problema sobre o qual Ele diz que nos ajudará. Temer esse problema, quando Ele diz: “Não temas, porque eu te ajudo”, é um voto de desconfiança contra a Palavra de Deus e uma grande desonra para Ele. E o temor do Senhor treme desonrar a Deus.
O Senhor diz: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei”. Portanto, afirmemos confiantemente: “O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hb 13.5,6.) Se o Senhor lhe diz isso, não confiar na presença e ajuda dEle, conforme nos prometeu, é um tipo de orgulho. Coloca a nossa avaliação do problema acima do próprio Deus. Esta é a razão por que lemos estas admiráveis palavras do Senhor: “Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?” (Is 51.12.) Quem é você para temer o homem, quando Deus prometeu ajudá-lo? É orgulho temer o homem. E o orgulho é oposto do temor do Senhor.
Sim, este Provérbio é verdadeiro e grande ajuda para nós. Pai, tema a Deus. Sim, tema a Deus. Tema desonrá-Lo. Tema desconfiar dEle. Tema colocar a sua avaliação do problema acima do próprio Deus. Deus afirma que pode ajudá-lo. Ele é mais sábio do que você, mais forte e mais generoso. Confie nEle. Tema não confiar nEle.
Por quê? Deus trabalha por aqueles que esperam nEle (Is 64.4). Deus resolverá o problema. Ele salvará a família. Cuidará dos pequeninos. Suprirá as necessidades de vocês. Tema desconfiar dessa promessa. Então, os seus filhos terão um refúgio. Eles terão um pai que tem firme confiança — não em si mesmo, e sim nas promessas de Deus, perante o Qual ele treme, se não confiar.
Extraído do livro:Penetrado pela Palavra, de John Piper
Copyright: © Editora FIEL 2009.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
MARINA DE OLIVEIRA - Na Extremidade (2010)
KÉZIA TEIXEIRA - PRA VOCÊ VENCER (2010)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
DAVI SACER - DEUS NÃO FALHARÁ
2- Minh'alma Te Deseja
3- Nome Sobre Todo Nome
4- Deus Não Falhará
5- Quando Eu Te Adoro
6- Não Há Outro Igual
7- O Que Eu Seria Sem Jesus
8- Eu Espero em Ti
9- Teus Altares
10- Louvado Seja
11- Abundância de Alegria
sábado, 5 de junho de 2010
AUDIOBOOK - JOÃO 3:16 - MAX LUCADO
Dito por Jesus 2.000 anos atrás, João 3:16 é um dos principais textos cristãos e já ajudou milhões de pessoas a superarem seus problemas. Compreenda o versículo-chave da Bíblia, analisado por um dos autores motivacionais mais importantes de nossa época. Um estudo para ser ouvido muitas vezes, como referência de uma vida saudável, comprometida e cheia de felicidade.Sobre o Autor: Max Lucado. Já atingiu mais de 60 milhões de pessoas com seu estilo de contar histórias. Autor líder no segmento de livros motivacionais, este missionário norte-americano, que já morou no Brasil é casado há 25 anos e pai de 3 filhos.
Uma exposição de 28 palavras de esperança: começando com Deus, terminando com a vida e nos encorajando a fazer o mesmo. Conciso o suficiente para ser escrito em um guardanapo ou memorizado em um instante, mas sólido o suficiente para superar dois mil anos de tempestades e dúvidas. Se você não sabe nada da Bíblia, comece por aqui. Se você sabe tudo da Bíblia, volte para este texto. Todos precisamos do lembrete. A essência do problema humano é o coração do ser humano. E o tratamento de Deus está prescrito em João 3:16.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
LIVRO: DECEPCIONADO COM DEUS
A princípio, parece uma contradição: por que Deus permite situações de tamanha calamidade pessoal na vida de pessoas que se dispõe a crer e confiar nele? Muitas delas não resistem a esses testes e sucumbem.Em Decepcionado com Deus, Philip Yancey aceita o desafio de analisar, à luz da Bíblia, a questão do sofrimento e investigar a função da dor na formação do caráter.'O autor mostra como, muitas vezes, nossas súplicas são tentativas inconscientes de encaixar Deus nos parâmetros da nossa inteligência limitada. Então, incrivelmente, nos decepcionamos com Deus por não se submeter à nossa vontade.'Um livro de estilo fácil, que responde questões difíceis.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
LAURIETE - VOU PROFETIZAR (2010)
01.. Sete Trombeta
02.. Guarda Minha Casa
03.. Por Jerusalém
04.. A Espera de Um Milagre
05.. Vou Profetizar
06.. Ressureição
07.. Mais Uma Chance
08.. As Dez Virgens
09.. Louvor Sincero
10.. Virtude
11.. O Deus que conheço
12.. Abençoado La
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FONTE: http://alternativaweb10.blogspot.com
quarta-feira, 26 de maio de 2010
DESINTOXICAÇÃO SEXUAL

Eu sei das suas lutas porque, há poucos anos, elas eram as minhas lutas. Não muito tempo atrás, eu era um jovem, lutando (e, algumas vezes, não lutando) contra a luxúria, pornografia e todo o resto. Houve um tempo em que isto me cortejava e me seduza, e me levava cativo. E, ainda assim, hoje posso dizer que a pornografia, no mínimo, não me interessa. Deus me libertou do desejo de usufruir dela. Posso entender suas lutas e também te asseguro que é possível encontrar liberdade.
Houve algumas passagens das Escrituras que foram fundamentais para meu entendimento do sexo quando eu era um jovem considerando o casamento, e quando eu era um jovem recém-casado. Elas foram instrumentais em minha determinação de não sucumbir à tentação da pornografia.
A primeira delas é uma das minhas passagens favoritas da Bíblia. Provérbios 5.18-19 diz: “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias”. Eu amo a doçura dessa passagem. Ela chama um homem a encontrar alegria, satisfação e intimidade na esposa que Deus lhe deu. O chama a relembrar o deleite que ele tinha nos dias em que ele e sua noiva eram inocentes e recém-casados, o chama a viver esse deleite. Ele não tem o direito de ir a outro lugar, nenhum direito de “beber de outra cisterna”, para usar a terminologia de Salomão. E por que ele iria querer isso? O verso celebra o dom do sexo e a exclusividade dele.
Quando você se casar você saberá que Deus te providenciou a mulher da sua juventude. Você deve estar intoxicado por seu amor, e não por seu corpo, ou pelo coração de outra mulher, ou por uma série infinita de mulheres. Toda vez que você vê pornografia, toda vez que você se entrega à luxúria, está diminuindo sua capacidade de se intoxicar com o amor dela, de encontrar sua alegria e satisfação nela.
Apenas alguns versos após essa passagem, estão essas palavras sóbrias: “Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele considera todas as suas veredas. Quanto ao perverso, as suas iniquidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido. Ele morrerá pela falta de disciplina, e, pela sua muita loucura, perdido, cambaleia” (Pv 5.21-23). Homens que se recusam a se intoxicarem com o amor de suas esposas, homens que encontram prazer nos corpos (ou imagens de corpos) de outras mulheres, estão cometendo atos de grande loucura. Sua loucura, sua falta de disciplina, sua falta de preocupação com o pecado, os leva aos caminhos da morte. Existe consequência para seu pecado. Quando você peca antes do casamento, você leva ao casamento todos os tipos de bagagens – todos os tipos de história sexual que impactam você e o seu relacionamento com sua esposa.
Você pode ter dezoito ou vinte anos e pensar que ver agora pornografia ocasionalmente, ver imagens que alimentam sua masturbação, não terá consequências. Você está errado. Mesmo agora você está pecando contra Deus e contra sua esposa ou futura esposa. Você está acumulando pecados, que tornarão mais difícil que você seja um líder efetivo e um amante efetivo. Você está zombando da graça de Deus.
Outro verso, e, eu sei, um verso um pouco estranho, é Gênesis 26.8. Você lembra que Isaque, como seu pai, viajou para outra terra e temeu por sua vida. Como um covarde, negou sua esposa ao invés de arriscar a vida. Porém, Abimeleque olhou por uma janela e “viu que Isaque acariciava a Rebeca, sua mulher”. A palavra “acariciar” obviamente é difícil de traduzir, e as versões da Bíblia a adaptam de maneiras um pouco diferentes. Quando eu era jovem, li um comentário que dizia, corretamente, que ela poderia ser traduzida como brincando. Abimeleque olhou pela janela e viu Isaque e Rebeca fazendo algo que o fez perceber que eles claramente não eram irmão e irmã; ainda assim, ele conhecia o caráter de Isaque bem o bastante para não acusá-lo de algo imoral. Isaque e Rebeca estavam brincando, estavam flertando, indubitavelmente apenas desfrutando de um amor jovem (embora, talvez, em um local inapropriado). De alguma forma, isso expressou o tipo de liberdade que eu queria ter com minha esposa. Liberdade e abertura que eu sabia que não poderia ter se estivéssemos pecando sexualmente um contra o outro.
O terceiro verso é 1 Pedro 3.7, que ordena: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações”. Aqui, eu percebi que meu relacionamento com minha esposa tinha uma grande importância espiritual. Se eu não estou tratando dignamente minha esposa, minhas próprias orações (não as dela!) serão interrompidas. Como o líder de minha casa, eu preciso continuar crescendo espiritualmente e, para fazer isso, preciso ser fiel em oração. Somente posso fazer isso, aprendi, se eu tratar minha esposa como ela merece ser tratada. Se eu me entregar à luxúria, à pornografia e a outros tipos de pecado sexual, estaria devastando minha família. Eu não seria o único a sofrer. Como eu poderia trazer esse tipo de dor e devastação sobre as pessoas que mais amo?
A passagem final foi 1 Timóteo 5.1,2, que diz: “Não repreendas ao homem idoso; antes, exorta-o como a pai; aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães; às moças, como a irmãs, com toda a pureza”. Vejo aqui a conexão entre as mulheres da pornografia, e o mandamento de Deus para que eu trate todas as moças como irmãs. Como eu poderia fazer isso se as desejava no computador? E como eu poderia observar anonimamente jovens no computador e, depois, presumir que seria capaz de desligar essa luxúria e tratar as outras garotas em minha vida como irmãs? Ceder à luxúria em uma área impactaria todas as outras áreas. Deus me ordenou a ver jovens mulheres não como objetos sexuais, mas como irmãs. Eu tenho de tratá-las com toda pureza, em meu coração, em minha mente, em minha vida.
Esses versos, embora possam formar uma coleção meio eclética, me desafiaram profundamente e reajustaram minha mente. Eu os memorizei, ponderei sobre eles, relembrei-os em minha mente, vivi por eles. E algum desejo de seguir à lascívia se perdeu. Eu sabia que era uma obra de Deus porque ele trabalhou em mim por meio de sua Palavra, como ele diz que fará. No lugar disso, ele me deu um grande (e ainda crescente) amor por ela, e aumentou a alegria e satisfação em meu relacionamento com ela. Eu não desejaria que fosse de outra forma.
CONCLUSÃO
Meu encorajamento para você é encontrar uma base bíblica para a pureza, uma base bíblica para evitar a pornografia. Alguns homens podem afastar-se da pornografia por um ato de vontade. Alguns podem fazer isso construindo paredes de legalismo, e se forçando a viver dentro desses limites. Mas é melhor, estou convencido, encontrar liberdade por meio da Palavra de Deus. Precisamos combater o pecado com a verdade de Deus; precisamos substituir as mentiras em que queremos crer com o que Deus diz que é verdade. Talvez, alguns dos versos que Deus usou em minha vida ajudarão você; talvez ele ajudará você a encontrar outros. Mas, em qualquer caso, vá à Bíblia e encontre tanto o fundamento para a pureza quanto a sabedoria que pode te ajudar a cada momento.
Alguns dos e-mails mais tristes que recebi em meu ministério online vieram de mulheres, que são mais velhas que você, e talvez, com idade para ser sua mãe. Eles contam histórias de devastação completa – de maridos que se envolveram com pornografia quando eles eram jovens, e que nunca se importaram em abandoná-la. E aqui estão eles, todos esses anos depois, ainda destruindo-se e destruindo suas esposas e famílias. As escolhas que fizeram enquanto jovens ameaçam destruir suas famílias hoje. Essas mulheres, cujos maridos foram chamados por Deus a se intoxicarem com elas por toda a vida, vivem com grandes lacunas em seus corações, esperando que seus maridos se apresentem e os preencham. Poderia esta ser a sua esposa em algum momento?
O fato é que Deus não dá aos jovens passe livre para pecar; ele não permite que você viva de qualquer jeito por um tempo, e apenas escape ileso. O pecado carrega consigo consequências, quer você peque aos dezoito ou aos oitenta. Afaste-se do seu pecado hoje. Procure a liberdade. Procure Cristo.
domingo, 23 de maio de 2010
KLÊNIO - Quebrando o Silêncio (2010)
sábado, 22 de maio de 2010
O GRANDE AVIVAMENTO !!!
Foi isso o que disse a edição de 18 de abril de 1906 do Los Angeles Times. ‘As reuniões acontecem em um prédio decadente da rua Azusa, e os devotos de doutrinas estranhas praticam os ritos mais fanáticos, pregam as mais extravagantes teorias e se colocam em um estado de louca euforia quando se entregam ao fervor pessoal.”A publicidade negativa realmente ajudou a trazer mais pessoas. Alguma coisa sobrenatural acontecia naquele prédio antigo. William J. Seymour, pregador batista negro, recém-chegado de Houston, chamava os crentes a dar um passo a mais. Na verdade, dois passos: ele queria que eles se “santificassem” e que fossem “batizados no Espírito Santo“. O batismo, dizia ele, seria acompanhado pelo falar em línguas.
Houve outras irrupções do falar em línguas ao redor dos eua e da Europa nos anos anteriores, mas o acontecimento da rua Azusa foi a grande explosão. As reuniões continuaram naquele “prédio decadente” por vários anos. Muitas pessoas viajaram para lá simplesmente para ver o que estava acontecendo.
O mundo estava pronto para o avivamento. O final do século XIX assistiu à grande revolução industrial. As pessoas se tornavam engrenagens da máquina social. A lacuna entre os ricos e os pobres aumentava. Infelizmente, a igreja, com freqüência, pendia mais para os ricos. Até mesmo grupos “comuns” e tradicionais, como os batistas e os metodistas, enfatizavam mais os bens materiais do que a energia espiritual. Graças aos precursores avivalistas, como Finney e Moody, as igrejas estavam cheias. Porém, muitos que professavam o cristianismo ainda careciam de alguma coisa.
O movimento Holiness [Santidade] foi o primeiro passo na direção do avivamento. Essas agitações, especialmente na Igreja Metodista, buscavam uma “segunda bênção” de Deus, na qual os crentes seriam “santificados” para viver uma vida santa. Os ensinamentos de Keswick também tiveram seu impacto, tanto na Europa quanto nos eua. Criados nas convenções anuais de Keswick, na Grã-Bretanha, os mestres de Keswick imploravam aos cristãos: “Caminhem no poder da ressurreição de Cristo”; “Deixe Cristo reinar em sua alma”. Não aconteceu nada muito radical ali, a não ser a vontade de uma experiência cristã mais plena, para utilizar a linguagem que os pentecostais usariam mais tarde.
Outra corrente de pensamento que apressou o surgimento do incipiente movimento pentecostal foi o pré-milenarismo, popularizado por J. N. Darby e a Irmandade de Plymouth. A virada do século fez com que as posições pré-milenaristas e pós-milenaristas ficassem conhecidas. Muitos começaram a propagar a idéia de um “século cristão”, no qual a igreja e a tecnologia prenunciariam o Reino de Deus. Os pré-milenaristas, no entanto, afirmavam que o fim dos tempos estava próximo, pois seria caracterizado, como era profetizado, pelo irromper de uma atividade espiritual.
É possível encontrar base para o movimento pentecostal em 1896. William F. Bryant liderou o avivamento no condado de Cherokee, na Carolina do Norte, que incluía o falar em línguas. Como essas manifestações continuaram, as pessoas foram expulsas das igrejas, edifícios religiosos foram queimados e o próprio Bryant foi atingido por um tiro. Falar em línguas não era uma atividade popular no condado de Cherokee.
O avivamento no País de Gales, entre 1904 e 1906, teve, certamente, impacto no clima religioso de sua época. Evan Roberts, ex-mineiro, viajou por todo o país de Gales e, mais tarde, pelo mundo, proclamando o ministério do grande avivamento do Espírito. O falar em línguas não era enfatizado de maneira específica, mas sim o poder espiritual. Um pequeno grupo de pastores da área de Los Angeles visitou o País de Gales e tentou trazer o avivamento para suas igrejas, mas obtiveram sucesso limitado. Contudo, as sementes da restauração estavam sendo lançadas em Los Angeles.
Se preferir, você pode observar o movimento de restauração da virada do século XIX que apelava para um retorno aos dons e às práticas da igreja apostólica, especialmente o dom de cura. John Alexander Dowie afirmava que era Elias, o restaurador, e estabeleceu uma comunidade cristã (que mais tarde se tornou a cidade de Zion [Sião], no Estado de Illinois). No Estado do Maine, Franck Sandford também afirmava ser Elias, o restaurador, que viera estabelecer uma comunidade em Shiloh [Silo].
Em 1900, Charles Fox Parham passou cerca de seis semanas em Shiloh. Ele era um pregador metodista da linha Holiness, do Kansas, que procurava a “fé apostólica”. Ele e sua esposa fundaram uma “casa de cura” em Topeka, onde as pessoas poderiam permanecer gratuitamente enquanto oravam por sua cura. Em Shiloh, Parham ficou impressionado com a escola bíblica fundada por Sandford, O Espírito Santo e Nós, cuja abordagem era claramente antiacadêmica. A Bíblia era o único texto usado, e o único professor era o Espírito Santo. Parham fundou uma escola similar, quando voltou para sua casa. Cerca de quarenta estudantes se matricularam.
Em dezembro daquele ano, Parham pediu a seus alunos que procurassem nas Escrituras, para ver se havia algum sinal que supostamente indicaria a existência do batismo no Espírito Santo. Quando se reuniram no culto de vigília do Ano-Novo, eles já tinham a resposta: o batismo no Espírito Santo seria manifestado pelo dom de línguas. Agnes Ozman orou para receber o Espírito Santo e “a glória caiu sobre ela”, como disse Parham. “Um halo parecia cercar sua cabeça e seu rosto, e ela começou a falar o idioma chinês. Ela não foi capaz de falar inglês por três dias.” No mês seguinte, a maioria dos alunos teve experiência similar.
Os esforços de Parham para espalhar esse avivamento para as cidades de Kansas City e Lawrence fracassaram. As igrejas se opuseram, e os jornais zombaram desse fato. Em 1903, uma mulher do Texas foi curada depois de uma oração de Parham, o que levou a convidá-lo a promover um avivamento na cidade de Galena, no Texas. Esse empreendimento foi bem-sucedido. Em 1905, essas reuniões “pentecostais” ou do “evangelho pleno” aconteciam no Mis-souri, no Kansas e no Texas, e eram freqüentadas por cerca de 25 mil pessoas.
Depois da campanha de Houston, em 1905, Parham fundou outra escola bíblica ali. Um dos alunos mais promissores foi William J. Seymour. Uma mulher de Los Angeles visitou a escola de Houston e teve uma experiência de batismo no Espírito Santo. Quando retornou para sua casa, ela insistiu em que a congregação do Nazareno convidasse Seymour para ser pastor auxiliar daquela comunidade.
Ironicamente, a igreja que trouxera o avivamento pentecostal para Los Angeles não queria ter participação alguma nesse avivamento. A ênfase que Seymour dava ao ato de falar em línguas ofendeu alguns membros, e ele ficou proibido de participar da igreja. Por fim, ele começou a realizar cultos na casa de alguns amigos. Os cultos duraram três dias e três noites, atraindo muito mais pessoas do que a casa comportava. As pessoas se organizaram para mudar para um prédio na rua Azusa, ocupado anteriormente por uma Igreja Metodista. Ali, sentadas (e em pé!) nos bancos de tábua, entre materiais de construção, as pessoas continuaram seu culto de adoração cheias do Espírito. A igreja passou a se chamar Missão Evangélica da Fé Apostólica.
Todas as linhas da renovação espiritual pareciam convergir para esse prédio. Ele foi a Meca pentecostal. Por vários anos, serviu como centro de um movimento pentecostal crescente. As pessoas visitavam o local e tentavam levar de volta para suas casas o que encontravam ali.
A despeito desse foco geográfico, o movimento pentecostal foi extremamente diversificado. Havia um grande número de líderes carismáticos, incluindo Seymour e Parham, que reuniam seguidores, bem como disputavam uns com os outros. O movimento também foi intencionalmente desvinculado de organização e de denominações, pois se preocupava apenas em seguir a orientação do Espírito. Isso pode explicar a abundância de pequenas denominações pentecostais que existem hoje.
A Assembléia de Deus, a maior denominação pentecostal hoje em dia, começou como uma tentativa de alcançar alguma coesão — assim como alguma regulamentação — dentro do movimento. Havia muitas acusações de conduta inadequada nas áreas financeira e sexual por parte dos principais pregadores. Havia também várias disputas doutrinárias.
Um grupo de pentecostais do sul dos eua, liderado por Eudorus N. Bell, passou a se autodenominar Fé Apostólica e começou a buscar união dentro do movimento. A medida que outras pessoas se juntaram a eles, o nome mudou para Igreja de Deus em Cristo. Em 1913, essa igreja era composta por 352 ministros em uma associação bastante livre, sem qualquer autoridade que os unisse. Em abril de 1914, o grupo convocou todos os pentecostais para uma reunião em Hot Springs, no Arkansas. O propósito era: união, estabilidade, credibilidade do movimento e criação de um programa de missões e de institutos bíblicos. Foi assim que nasceu a denominação chamada Assembléia de Deus.
Apesar de as questões pentecostais se tornaram a razão pela qual houve divisão de muitas igrejas não-pentecostais, o pentecostalismo provávelmente foi a arma mais poderosa do cristianismo no século XX. Sua ênfase em missões e no evangelismo resultou em um crescimento fenomenal do movimento, tanto nos eua quanto por todo o mundo.
Fonte: www.reginaldorocha.com
quinta-feira, 20 de maio de 2010
AS RIQUEZAS INFINITAS DE CRISTO

Sem o evangelho
tudo é inútil e vão;
sem o evangelho
não somos cristãos;
sem o evangelho
toda riqueza é pobreza;
toda sabedoria, loucura diante de Deus;
toda força, fraqueza;
e toda a justiça humana jaz sob a condenação de Deus.
Mas pelo conhecimento do evangelho somos feitos
filhos de Deus,
irmãos de Jesus Cristo,
compatriotas dos santos,
cidadãos do Reino do Céu,
herdeiros de Deus com Jesus Cristo, por meio de quem
os pobres são enriquecidos;
os fracos, fortalecidos;
os néscios, feitos sábios;
os pecadores, justificados;
os solitários, confortados;
os duvidosos, assegurados;
e os escravos, libertados.
O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. Assim, tudo o que poderíamos pensar ou desejar deve ser achado somente neste mesmo Jesus Cristo.
Pois ele foi
vendido para nos comprar de volta;
preso para nos libertar;
condenado para nos absolver.
Ele foi
feito maldição para nossa bênção;
ofertado pelo pecado para nossa justificação;
desfigurado para nos tornar belos;
ele morreu pela nossa vida para que, por seu intermédio,
o furor converta-se em mansidão;
a ira seja apaziguada;
as trevas tornem-se luz;
o temor, reafirmação;
o desprezo seja desprezado;
o débito, cancelado;
o labor, aliviado;
a tristeza convertida em júbilo;
a desdita, em felicidade;
as emboscadas sejam reveladas;
os ataques, atacados;
a violência, rechaçada;
o combate, combatido;
a guerra, guerreada;
a vingança, vingada;
o tormento, atormentado;
o abismo, tragado pelo abismo;
o inferno, trespassado;
a morte, assassinada;
a mortalidade convertida em imortalidade.
Resumindo,
a misericórdia tragou toda a miséria;
e a bondade, toda a infelicidade.
Porque todas essas coisas, que deveriam ser as armas do mal na batalha contra nós, e o aguilhão da morte a nos trespassar, transformam-se em provações que podemos converter em nosso benefício.
Se podemos exultar com o apóstolo, dizendo, Ó inferno, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? É porque, pelo Espírito de Cristo prometido aos eleitos, já não somos nós quem vive, mas é Cristo quem vive em nós; e, pelo mesmo Espírito, estamos assentados entre aqueles que estão no céu, de modo que, para nós, o mundo já não conta, mesmo que ainda coexistamos nele; mas em tudo estamos contentados, independentemente de país, lugar, condição, vestimentas, alimento e todas essas coisas.
E, portanto,
somos consolados na tribulação,
nos alegramos no infortúnio,
glorificamos quando vituperados,
temos abundância na pobreza,
somos aquecidos na nudez,
pacientes entre os maus,
vivos na morte.
Eis, em síntese, o que deveríamos buscar em toda a Escritura: conhecer verdadeiramente Jesus Cristo e as riquezas infinitas compreendidas nele, as quais nos são ofertadas nele por Deus, o Pai.
Fragmentos do prefácio de Calvino à versão francesa do Novo Testamento (1534) traduzido por Pierre Robert Olivétan.
FONTE: www.monergismo.com
quinta-feira, 13 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
GLADSON PEREIRA - EU SOU TEU (2010)
sexta-feira, 7 de maio de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
MAIS FORTE QUE A MORTE

A cada catástrofe a humanidade se volta às mesmas perguntas e discussões para as quais não existem respostas -- pelo menos racionais. Uns apelam para a justiça divina como forma de castigar a humanidade pecadora. Outros buscam excluir Deus, fazendo dele um Criador sem criação. Existem ainda aqueles que responsabilizam a humanidade pelo descuido do meio ambiente e pela ambição irracional pelo poder, que agora colhe os resultados de sua insanidade. São tentativas frágeis, por vezes desumanas, que não respondem às grandes perguntas, nem expressam a graça de Deus.
Como olhar para tudo isto e permanecer crendo num Deus que ama? Como continuar crendo num Deus cheio de compaixão e misericórdia diante das catástrofes que roubam a vida de crianças, deixam outras órfãs, em que famílias inteiras perdem tudo o que construíram (parentes e bens) em sua já miserável passagem pela vida? No entanto, o problema continua, com seu terrível peso de morte, destruição e desolação, sem as respostas que todos buscam.
É preciso reverência e temor em nosso olhar para a dor e o sofrimento. Não podemos excluir Deus deles, porque onde há sofrimento Deus está presente, mesmo que silenciosamente. O mesmo mistério divino que nos dá vida, perdoa e salva, que sustenta com beleza e harmonia o universo por ele criado, é também o mistério presente na tragédia e na dor humana. Qualquer esforço para entender será sempre limitado. A resposta de Deus ao sofrimento humano não foi tentar explicá-lo, mas enviar seu Filho eterno, que se fez homem entre nós, mergulhou nos abismos da dor e do sofrimento, para nos mostrar, por meio da cruz e da ressurreição, o caminho da vida e da esperança eterna.
No meio dessas tragédias reconhecemos que não possuímos nada. Não temos controle sobre nada. O futuro não nos pertence. Tudo pode acabar num instante. Somente em Cristo podemos nos alimentar de uma esperança real e eterna. Nele, e somente nele, temos segurança real. Diante do sofrimento devemos nos calar e nos abrir para a solidariedade. Nossa mente finita e limitada não consegue compreender os mistérios do propósito divino; portanto, resta-nos chorar, lamentar e consolar os que sofrem.
Nas tragédias o ser humano tende a manifestar o que há de melhor ou de pior no coração. Manifesta solidariedade ou indiferença. Esperança e fé ou ceticismo e desesperança. Bondade e generosidade ou egoísmo e ambição. Temor e reverência a Deus e aos seus propósitos eternos ou revolta e incredulidade.
Minha oração é que, em meio a tantas tragédias, nosso coração continue crente. Que nossa fé seja fortalecida na esperança do Deus que reina. Que nossa resposta seja solidária, compassiva e generosa. Que nossas orações sejam um clamor para que a humanidade se volte para Cristo, em quem a vida, mesmo em meio às piores tragédias, encontra sentido. Porque nele, por meio dele e para ele é que todas as coisas existem. “Ele faz a ferida e ele cura.” Ao Senhor seja toda glória.
Autor: Ricardo Barbosa de Sousa
quinta-feira, 8 de abril de 2010
CASSIANE - HARPA VOL. I (2010)

Musicas:
01. Alvo mais que a neve
02. Fala Jesus querido
03. Campeões da luz
04. Alma abatida
05. Uma flor gloriosa
06. Canto do pescador
07. Mais grato a Ti
08. A mensagem da cruz
09. Ao passar o Jordão
10. Se Cristo comigo vai
11. Solta o cabo da nau
12. Sossegai
ROSE NASCIMENTO - Projeto de Deus (2009)
01 A Vitória É Pra Quem Crê
02 Duas Vezes Mais
03 Resgata-me
04 Projeto de Deus
05 Cai Por Terra
06 Abençoado
07 Deixa Deus te Acender
08 Chega
09 O Rei Que Mudou a História
10 Esse Deus é Assim
11 Tente Outra Vez
12 Em Nome de Jesus
13 Sinta a Glória de Deus
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
PR. MARCO FELICIANO - Fábrica de Campeões

"Fábrica de Capeões" O tempo era de dificuldades e lutas em Israel, Mais uma vez eles se afastaram do Senhor e receberam a punição . Um jovem chamado Jéfte filho de uma prostituta, um bastardo com todas ás prerrogativas para ser desmerecido e ignorado. Foi convidado pelos seus meio-irmaõs a desaparecer da terra deles. Expulso se isolou numa terra chamada Tobe...Todos os grandes líderes públicos Tiveram um lugar assim, uma espécie de olaria onde estava sendo moldados Paulo anos em Tarso, tecendo tendas até ser lembrado para obra. Davi esteve na caverna de Adulão, ao lado da escoria rejeitada pelo povo. Elias foi enviado ao Ribeiro de Queriate e depois pra casa de uma viúva. Jeremias passou parte de sua vida em calabouço.José a cisterna ea prisaõ. O que parecia o pior de todos os lugares tornou-se uma Fábrica de Campeões. Ninguèm sera aceito sem antes ser rejeitado. Nesta mensagem o Pr. Marcos Feliciano aborda um contundente assuntos par os que tem uma chamada divina. Ser humilhado, ignorado, abondonado e expulso, Faz parte do futuro sucesso de um verdadeiro vocacionado. Se prepare! você será impactado!LÉO FONSECA - AUTOR DA VIDA - (2010)

1. Sou Livre
2. Confessar ao Mundo
3. Feitor da Minha História
4. Intimidade Contigo
5. Como Ele Nos Ama
6. Autor da Vida
7. Toma Meu Coração
8. Fogo Sobrenatural
9. Vem Me Saciar
10. Correrei Para Ti
11. Melhor Lugar (Bônus)
12. Author Of Life (Bônus)
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DIEGO FERNANDES - Não Desista de Viver! (2010)

01 Templo vivo.mp3
02 Eu quero experimentar.mp3
03 Não desista de viver.mp3
04 Converte-me Senhor.mp3
05 Onde estás? (poema).mp3
06 Dança de avivamento.mp3
07 Infinitamente mais.mp3
08 Eu não esqueço.mp3
09 Há esperança (parte 1).mp3
10 Há esperança (parte 2).mp3
11 Tempo de celebração.mp3
12 Deus se apaixonou por mim.mp3
13 Ovelha ferida.mp3
14 Deus da cura e libertação.mp3
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sábado, 3 de abril de 2010
PROCURAM-SE ANTI-HERÓIS

Especialistas em planejamento estratégico, gurus em autoajuda e neurolinguistas repetem a fórmula da eficiência, competência, excelência, como estradas para o sucesso. A vida se transforma em uma guerra na qual os mais fortes sobrevivem. O esforço de ser campeão cria a necessidade de suplantar os outros. Importa conquistar o pódio dos grandes ídolos. Os menos hábeis que pelejem para não serem extintos.
Será que anônimos, gente simples, que jamais ganharão um Prêmio Nobel, merecem o desprezo que sofrem? Devem ser tratados como fracassados aqueles que nunca serão manchete de jornal? A indústria do espetáculo torna difícil acreditar que muita gente leve uma vida bonita sem as luzes da ribalta.
A cosmovisão moderna foi criticada em “Crime e Castigo”, de Dostoievsk Raskólnikov, personagem principal, classifica a humanidade em seres “ordinários” e “extraordinários”. Para justificar um assassinato, ele afirma que os “ordinários” são as pessoas que vivem uma vida despretensiosa, sem grandes desdobramentos para a macro-história. Esses podem ser sacrificados pelos “extraordinários”, que são os responsáveis pela condução da história. Impressionado por Napoleão ter derramado tanto sangue e mesmo assim ter sido perdoado pela história, Raskólnikov se comporta como uma pessoa “extraordinária” e assassina duas vidas.
O mundo, entretanto, não precisa de heróis, mas de anti-heróis. Gente que ame a discrição mais que o espalhafato, que valorize a intimidade relacional mais que a superficialidade, que veja beleza na candura mais que na sofisticação e que não fuja de sua fragilidade humana. O desabafo de Fernando Pessoa em “Poema em Linha Reta” merece ser mencionado: “Quem me dera ouvir de alguém a voz humana/ Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;/ Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!/ Não, são todos o Ideal, se os ouço e me falam./ Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?/ Ó príncipes, meus irmãos,/ Arre, estou farto de semideuses!/ Onde é que há gente no mundo?”.
O evangelho não incentiva a busca do sucesso. Jesus, discretíssimo, jamais aceitou a lógica do triunfo. Ele exerceu o seu ministério nos confins da Galileia e não em Jerusalém; escolheu pescadores rudes como discípulos; priorizou alcançar marginalizados, pobres e esquecidos. Não cedeu ao apelo de ir para Atenas, mas foi para Jerusalém morrer. A lenta transformação do cristianismo em um sistema religioso com heróis de renome, ícones aplaudidos e mitos idealizados não tem nada a ver com o projeto inicial do carpinteiro de Nazaré.
Cristianismo não é espetáculo. Nem sequer louvor significa show. Não se pode confundir profeta com animador de auditório nem evangelista com mascate. Púlpito não pode virar palco; nem sacristia, camarim. Esperança não se vende, nem milagre deve ser trampolim para a glória.
Paulo afirma em 1 Coríntios 4 que os líderes se consideram como despenseiros dos mistérios de Deus, e dos despenseiros requer-se tão-somente que sejam fiéis. Deus não premia sucesso, e sim integridade. Mulheres e homens anônimos, que trabalharam a vida inteira em asilos, comunidades indígenas, orfanatos, favelas, centros de reabilitação de alcoólicos, não malograram; pelo contrário, estes são os que a epístola aos Hebreus descreve como aqueles dos quais “o mundo não é digno”. Eles são sal da terra e luz do mundo. Nunca a fé cristã dependeu tanto desses anônimos que seguem os passos de Jesus.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Atmosfera de Adoração - Edição Especial (2010)
CD I
1. Vim Para Adorar-te
2. Glórias Ao Senhor
3. Aleluias
4. Te Exaltamos
5. Senhor Formoso És
6. Sinto Jesus Neste Lugar
7. Essência da Adoração
8. Confiarei Em Ti
9. Em Teus Braços
10. Te Dou Meu Coração
11. Glória ao Teu Nome
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CD II
1. Um Som
2. Plano Perfeito
3. Tu Me Faz Feliz
4. Filho de Davi
5. Rude Cruz
6. Tu És Adorado
7. Passion
8. Faz Chover
9. Se Preciso For
10. Sublime Graça
11. Santo, Santo, Santo
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Ao clicar em cada faixa musical você terá a opção de baixar música por música, ou se preferir baixar o arquivo inteiro basta clicar no outro Browser Completo. BY_MaxxGospel






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