segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Você encontrará satisfação em Deus


Isaías - 55 - 1 : 3

Você já tentou receber seu dinheiro de volta depois de não gostar de um produto comprado? Mesmo que o vendedor diga a famosa frase "Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta!"? Pois é! Satisfação é um produto a ser procurado, a ser perseguido pelo ser humano. Talvez você seja uma pessoa a procura de satisfação. Você está insatisfeito com o seu casamento, com o seu emprego, com a sua vida sentimental, com o seu corpo, com a sua igreja, talvez até mesmo com Deus. Você pode encontrar satisfação em todas as áreas da sua vida se encontrar primeiramente satisfação em Deus.

Quando lemos esta parte da Palavra de Deus descobrimos que é possível encontrar satisfação em todas as áreas da vida. Como?

1. Quando você reconhecer que está com sede, encontrará satisfação em Deus. Venham, todos vocês que estão com sede (Is 55.1) Você já deve ter ouvido falar de greve de fome, mas nunca ouviu de greve de sede. Quem fica sem beber água por poucos dias já é candidato à morte certa. Dizem os médicos que uma das coisas mais importantes para se ter uma boa saúde é tomar muita água. Mesmo assim, existem pessoas que não bebem água o suficiente. Só se lembram da água em extrema necessidade. Também espiritualmente falando, há os sedentos. Aqueles que estão ressequidos na alma; sem alegria de viver, sem motivação, sem fé. Se você está assim insatisfeito com a vida, precisa reconhecer que está com sede de Deus.

Há um exemplo bíblico de alguém que saciou sua sede espiritual. Uma mulher da cidade de Samaria que encontrou Jesus à beira do poço. Ela, além de mulher (um ser humano de segunda categoria de acordo com a cultura daquela época) era samaritana, cidadã de segunda categoria para os judeus. Além disso, a sua vida sentimental era um caos! Ela tinha tido cinco maridos e o homem com quem vivia não era o seu marido. Provavelmente era um amante. Mas Jesus gasta tempo com ela. Fala de si mesmo como a "água da vida que jorra para a vida eterna". Ela reconhece a sua sede espiritual, crê no Senhor Jesus como seu salvador e ainda se torna uma missionária, indo contar do seu encontro com Cristo a todos da cidade (João 4.1-42). Aquela mulher começou a se satisfazer na vida, ao reconhecer que tinha sede de Deus. Você deve fazer o mesmo! O salmista fez isso várias vezes! Veja o que ele diz no salmo 63, versículos de 1 a 4.

1 Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. 2 Quero contemplar-te no santuário e avistar o teu poder e a tua glória. 3 O teu amor é melhor do que a vida! Por isso os meus lábios te exaltarão. 4 Enquanto eu viver te bendirei, e em teu nome levantarei as minhas mãos.

Se você não reconhecer que tem sede de Deus você nunca será satisfeito em nada na vida.

2. Quando você reconhecer que não tem condições pessoais de alcançar satisfação, encontrará satisfação em Deus. (vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo - Is 55.1). A satisfação que encontramos em Deus não pode ser comprada. Não há nada que você possa fazer para adquirí-la. É por isso que se chama "graça". Não tem preço! Não importa o quanto você possua em dinheiro, nunca estará satisfeito senão reconhecer que não tem condições pessoais de se satisfazer na vida sem Cristo. Veja a seguinte frase: "O Baú não traz felicidade". Advinha quem disse essa frase: Sílvio Santos! Essa frase é atribuída a ele. E olha que ele é o "dono do baú"! Você irá encontrar pessoas ganhando apenas para sobreviver, muito mais satisfeitas com a vida e com Deus do que um rico sem Deus, sem propósito para a sua vida. Veja o que o salmista disse: Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus. (Salmo 20.7) E olha que o salmista não estava falando de carros (automóveis) e nem de cavalos (campeões de puro sangue). Ele estava falando de guerra. O salmista muitas vezes esteve em situações em que ele desejaria ter mais soldados com carruagens e cavalos, mas preferia invocar o nome de Deus. E por causa disso nunca foi decepcionado. Diz o ditado que "o homem tem um vazio dentro de si que é do tamanho de Deus". Você irá encontrar satisfação em Deus quando reconhecer que não é o que você possui, mas é aquilo que Deus lhe dá que irá lhe satisfazer.

3. Quando você reconhecer que tem trabalhado em coisas que nunca trarão satisfação, você a encontrará em Deus. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? (Is 55.2) Não sei se este é o seu caso. Mas será que você já fez planos que nunca deram certo? Começou uma faculdade e abandonou, terminou, mas nunca exerceu a profissão? Começou um negócio que faliu? Conhece aquela expressão "Pequenas empresas, grandes prejuízos"? Pois é! Talvez você esteja nesta situação. O Senhor, ao falar a Isaías, deixa claro que o homem, ao buscar satisfação, investe em coisas passageiras, coisas que não preenchem. Talvez você não precise parar de trabalhar, não precise mudar de emprego, não precise mudar de faculdade, não precise mudar de casa, não deve mudar de marido/esposa, mas precisa mudar de CORAÇÃO. Precisa mudar de atitude diante de Deus. Reconheça que aquilo que você realiza não encherá seu coração, mas a sua realização se concretizará ao fazer a vontade de Deus na sua vida. Veja a maneira como o salmista vê a segurança que só pode vir de Deus: “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda. Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem ele ama”.(Salmo 127.1-2). É verdade: o Senhor concede sono, tranqüilidade, àqueles a quem ele ama. Nele há satisfação.

4. Quando você parar para ouvir o que Deus tem a lhe dizer, você encontrará satisfação n’Ele. Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição. Dêem-me ouvidos e venham a mim; ouçam-me, para que sua alma viva (Is 55.2b-3a). Veja, já uma diferença entre ouvir e escutar. Se o texto está falando de “escutar” e “comer”, quero usar um exemplo para fazer essa diferença. Uma criança apenas “escuta” quando a mãe diz: “Coma a salada!”. Mas ela irá ouvir, e ouvir atentamente quando a mãe disser: “Você quer batata frita? Um hambúrguer, talvez?” Você pode passar a vida toda escutando sobre Deus, mas sem ouvir. Então você não conseguirá se satisfazer. Ouça realmente o que Deus tem a lhe dizer e você se satisfará.

5. Quando você aceitar fazer uma aliança com Deus, você encontrará satisfação n’Ele. Farei uma aliança eterna com vocês, minha fidelidade prometida a Davi.(Is 55.3b) Esse “Davi” aqui é “povo de Deus”. Deus fez uma aliança, um trato, um acordo com o seu povo. Você está dentro deste acordo? Você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus Cristo, decidiu viver como seu imitador, seguidor, discípulo? Há promessas de satisfação para aqueles que fazem um pacto com Ele. É um pacto que foi assinado com o sangue derramado na cruz por você. Um trato de cancelamento da dívida que você tem para com Deus. O Senhor Jesus faz esse pacto, essa aliança. Veja o que o Senhor diz:

“Faço com você uma aliança”, disse o SENHOR. “Diante de todo o seu povo farei maravilhas jamais realizadas na presença de nenhum outro povo do mundo. O povo no meio do qual você habita verá a obra maravilhosa que eu, o SENHOR, farei. (Êxodo 34.10)

Essa promessa é para você! Promessa de satisfação garantida, mas só em Deus! Tome essa decisão agora mesmo! E faça isso em nome de Jesus. Amém!

Autor: Davi Liepkan

Fonte: http://www.cristo.at/

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PLENO LOUVOR - Importa Te Adorar (2009)



01 Dominio
02 Minha Esperança
03 Ao que Está Assentado
04 Quero Conhecer-te
05 Torre Forte
06 Santo
07 Incalculável
08 Teu Propósito
09 Vinde Adoremos
10 Renova-me
11 Tu és Centro
12 Vem com teu Espirito
13 Importa te Adorar
14 Quero Mergulhar
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

FAÇA A DIFERENÇA


Fazer a diferença não é simplesmente ser conhecido como "evangélico", fazer a diferença é ter a postura de um cristão que anda com Deus e que reflete esse andar nos seus relacionamentos.

Como igreja, temos a missão de fazermos a diferença na vida das pessoas, de marcarmos a vida dos nossos familiares, dos nossos colegas de trabalho, enfim da nossa sociedade.

Para termos igrejas fortes, abençoadas, vencendo o poder do pecado e do inimigo é preciso ter crentes fortes, vigorosos, dispostos a pagarem o preço pela santificação de suas vidas.

A santificação na vida do cristão não vem ao acaso. E também não é coletiva, pelo contrário é individual. É gradual, é constante, é a escada em direção ao céu.

A todos nós foi dada a ordem de sermos santos, "porque Ele é santo". (I Ped 1:16). Portanto, quem não está buscando a santificação para a sua vida está deixando de cumprir a Palavra de Deus.

É necessário ter um coração voluntário para buscar "as coisas de cima" (Col 3:1) e o "reino de Deus em primeiro lugar" (Mat 6:33), deixando a "Palavra de Cristo habitar em nós abundantemente" (Col 3:10), "perseverando em oração, velando com ações de graças". (Col 4:2).

Será que estamos fazendo a diferença onde Deus nos colocou? E se estamos, que tipo de diferença estamos fazendo? Jesus nos chamou para fazermos diferença.

A Bíblia nos fala da importância do sal, nos mostrando a sua função de temperar, preservar e limpar (Levítico 2:13; Juízes 9:45; Jó 6:6; Ezequiel 16:4). Sabemos que o sal é extremamente necessário para a conservação dos alimentos e um elemento importante em nossa alimentação.

Jesus disse: "vocês são o sal da terra", (v.13) quer dizer, somos o sal na vida das pessoas, Jesus compara a postura dos discípulos ao sal. Mas será que o nosso mundo precisa de sal (cristãos)? Com certeza, pois a cada dia que passa os níveis de violência aumentam, a quantidade de famintos aumenta, a venda e consumo de drogas alcançam números espantosos, a cada dia as famílias estão se deteriorando, os níveis de corrupção, prostituição, seqüestros e destruição da natureza alcançam números recordes.

Se estamos aqui, constituídos como igreja, reunidos para louvar e adorar ao Senhor, para estudar sua Palavra, foi porque os cristãos que viveram antes de nós fizeram a diferença em sua geração, sendo sal da terra, influenciando a vida de pessoas. Como os apóstolos, os heróis da fé, e uma multidão de anônimos.

Jesus afirma que o sal que não salga, que não tempera, não serve para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Mt 5:13. Os cristãos que não salgam caem no esquecimento da história e não são lembrados pelos homens e nem por Deus. O cristão deve salgar e não perder o seu poder de temperar (Mc 9:50; Lc 14:34; Cl 4:6).

Muitos cristãos estão vivendo um cristianismo insípido, de fachada, que não sai do seu gueto, que não causa impacto em sua geração. Causar impacto, fazer a diferença, salgar não é simplesmente fazermos grandes eventos, mas é nos misturarmos no meio daqueles que estão se perdendo no pecado e que necessitam de vida (Mt 9:12).

A terra era sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo.(Gn 1:1-3). A primeira coisa que Deus traz a existência é a luz. A luz é a representação básica da glória de Deus.

O mundo jaz no maligno, por causa dessa situação, a humanidade vive em trevas. O povo que vivia em trevas viu uma grande luz, (Mt 4:16). Jesus é essa grande luz, ele começa a pregar a vinda do reino dos céus.

Somos chamados para fazer a diferença, para levarmos a sério que somos filhos da luz, na certeza de que nossa vida expõe toda obra das trevas perante as pessoas, constrangendo o pecador a uma nova vida, a despertar do sono (Ef 5:8-4).

A vida cristã deve ser vista, Jesus quer que as pessoas vejam as nossas obras. Quando as pessoas olham para nossas vidas e percebem que somos diferentes, que somos sal da terra e luz do mundo, através disso, elas podem glorificar a Deus e se converterem a Cristo. Paulo nos orienta a fazermos tudo para a glória de Deus. (1 Co 10:31).

Muitos dizem : "eu tenho procurado ser um bom cristão, vou sempre à igreja, leio regularmente a Bíblia, sou dizimista mas a minha vida espiritual é completamente cheia de altos e baixos. Não sei o por que.“

Vida santificada é diferente de vida religiosa. Não há uma "receita" ou "prato feito" para se conseguir a santificação ou uma vida de mais altos do que de baixos. Fique sabendo, porém, que há uma luz no fim do túnel para aqueles que anseiam por reverter essa situação.

A partir do momento que você reconhecer que precisa ter uma vida mais dedicada ao Reino de Deus, buscar a Pessoa de Deus, pedir misericórdia; confessar os seus pecados; e apresentar-se diante de Deus com pureza e retidão de coração, o seu estado começa a mudar. Isto é promessa!

Cristianismo é sinônimo de uma vida que faz a diferença. Seja no escritório no exercício da profissão, nos nossos relacionamentos (família, amigos, desconhecidos) Fomos resgatados das trevas, da morte, do pecado, para sermos sal da terra, luz do mundo, sendo tudo gloria de Deus .

Em que estado você se encontra agora? Há o desejo das "coisas de cima" em seu coração? A Palavra de Cristo está abundando em sua vida? Tem perseverado em orações, velando com ações de graças? Ou está vivendo o sobe/desce da vida religiosa, sem a verdadeira santificação?

Busque a santificação, faça a diferença neste mundo tenebroso, pois com toda certeza, essa é à vontade do Senhor para sua vida.

Autor: Pr. Araripe Gurgel
Fonte: www.ictrindade.com.br

sábado, 23 de janeiro de 2010

MICHELLE NASCIMENTO - A Quem Enviarei (2010)



1. SARA AS FERIDAS
2. ACREDITAR E CONFIAR
3. LOUVOR DE UM FIEL
4. A QUEM ENVIAREI
5. ME PERDOA
6. VIVA O MILAGRE DE DEUS
7. SÊ FIEL ATÉ O FIM
8. CANTO DE VITÓRIA
9. EU QUERO TOCAR
10. NUVEM DE UNÇÃO
11. ME PROSTRAREI
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ADRIANA RODRIGUES - Deus de Batalhas (2009)



01 Deixa Deus te usar
02 Lindo lugar
03 Bartimeu
04 Deus de Batalha
05 Fogo do céu
06 A Alegria vem pela manhã
07 Tu me sondas
08 Amor verdadeiro
09 Deus não te desampara
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ADRIANA CABRAL - Deus tem um Plano (2009)



01 Bendito seremos
02 Mensagem
03 Com os olhos da fé
04 Arrebatado
05 Deus tem um plano
06 Tua graça me basta
07 Espírito Santo
08 Eu quero te adorar
09 Não me canso
10 Vou declarar ao mundo
11 Meu bem maior
12 Altar de amor
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sábado, 16 de janeiro de 2010

Marco Telles - Ministério Nação Santa (2009)



01 Celebrai o Sangue
02 Teu Reino Sobre Nós
03 Maranatha Vem (Ministração)
04 Vento que Vem Soprar
05 Ele é Exaltado
06 Fazer Tua Vontade
07 Óleo Sobre Mim
08 Brilha
09 Amigos de Deus
10 A Tus Piés

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TRAZENDO A ARCA - 2009



01 Reina o Senhor
02 Se Não Fosse o Senhor
03 Nosso Deus é Santo
04 Porque te Abates
05 Em Ti Esperarei
06 Preparado Esta
07 Ouvi o Deus
08 Contigo Habitarei
09 Aquele que Habita
10 Me Levanta com Tua Destra
11 Te Busco Anciosamente
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A importância da técnica Vocal para os músicos


Nas Igrejas, normalmente os levitas dedicavam seu louvor e adoração ao Senhor sempre pensando que unção do Espírito Santo por si só já era o suficiente. A Unção realmente é necessária para que o Espírito Santo se manifeste em nós através do Louvor e Adoração a Deus.
Mas, será que a nossa dedicação ao Ministério também não conta? Será que o nosso esforço de melhorar cada vez mais através do estudo da Palavra, ao que conta no crescimento espiritual, como também o estudo ténico para um melhor conhecimento e domínio daquilo que temos em nossas mãos não conta para darmos o melhor de nós a Deus?
Diante de tal pergunta, quero mostrar um pouco da necessidade de estudarmos os padrões técnicos no Ministério de Louvor e Adoração.

QUALIDADE TÉCNICA DO LOUVOR É IMPORTANTE:

Você já imaginou cantar músicas de Louvor e Adoração sem ter feito um ensaio prévio, sem ter sido preparado uma harmonia, sempre tocando aquele “feijão com arroz” como determinados Ministérios de Música em algumas igrejas fazem? Será que Deus se agrada disso?
Todos nós que somos chamados pelo Senhor a algum Ministério, devemos ter em mente 3 coisas importantes:
1. Deus nos chamou e devemos dedicar tempo ao Ministério a que fomos chamados: nesse tempo, além de orarmos para pedirmos que Deus nos dirija através do Espírito Santo, devemos também dedicarmos tempo para o estudo. Nesse período devemos ter acima de tudo disciplina que é a essência do aprendizado para depois termos Decisão naquilo que faremos durante o Louvor.
2. Devemos nos dedicar cada vez mais através de treinamento para podermos levar ao Senhor o melhor que podemos dar através daquilo que cantamos ou tocamos. Os ensaios também são muito importantes: devemos ensaiar exaustivamente até termos a música exatamente como ela é...
3. Deus exige que tenhamos habilidade, ou seja, toquemos bem o instrumento: em Samuel 16.17-18 vimos que o Rei Saul pede que tragam diante dele um “homem que toque bem” para afastar um espírito maligno que o possuía. Esse “homem” era Davi. Podermos ver que Deus só se agrada daqueles que aprimoram suas habilidades para levar diante do Senhor tudo o que temos. Os talentos são dados por Deus quando nascemos não para que o enterremos, mas para que o façamos crescer em nós para depois dá-los ao Senhor com juros. E o Senhor se agradará de nós..
O Sl 33,3 nos diz: “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com júbilo”.


A TÉCNICA NOS LEVA A SERMOS MESTRES:

Vemos no livro de Crônicas que os levitas representavam os músicos (ICr 15.22; 16.4-5 e que eram escolhidos por Deus pela sua habilidade (ICr 15.16-19) e consagrados, isto é, viviam exclusivamente para levar o povo de Deus em adoração. Isto nos leva a termos consciência do nosso chamado como verdadeiros adoradores, sermos cheios do Espírito Santo e sermos comprometidos com a Igreja local e a sua missão. Todo este comprometimento com a obra nos leva a sermos mestres, ou seja, que tudo aquilo que aprendemos devemos passar aos futuros Ministros. Por fim, levantamos discípulos para que a obra do Senhor não pare na Igreja devido à nossa falta de conhecimento ou por sermos relapso com o Ministério. O Senhor mesmo disse “levantai discípulos”.Mas para isso devemos ter total consagração ao Ministério e ao Senhor. Lembre-se: quando levantamos discípulos traremos unção dobrada à Igreja.



CONCLUSÃO:

A técnica é como um copo d’água e a unção a água. Bem, se o copo for pequeno, a unção será pouca. Mas se o copo for maior, a unção também será cada vez maior e maior. Quanto maior for o copo, mais cheia da unção ele ficará.
Por isso irmão, lembre-se: Deus usará você com aquilo que você tem. Se você não procurar aumentar o que você tem, de nada adiantará. Você será substituído por outro que esteja melhor preparado. Mas, o Senhor é fiel àquele que se dedica à sua obra. Por isso, seja um levita legítimo e seja substituído não pelo seu relapso, mas sim por ter levantado discípulos com unção dobrada dentro da Igreja a que congrega e o seu galardão no céu será grandioso na presença do Senhor.


“Louvai ao Senhor ao som da trombeta, com o sautério e a harpa. Louvai ao Senhor com o adufe e a flauta, com instrumentos de cordas, com símbalos sonoros e vibrantes. Todo ser que respira, louve ao Senhor.”
Sl 150.3-6


Fonte: http://bentinhobatera.blogspot.com

sábado, 9 de janeiro de 2010

MATTOS NASCIMENTO - MÚSICA INÉDITA

MATTOS NASCIMENTO - AO VIVO 2009



01 Salmo 46
02 Em nome de Jesus
03 Anjos poderosos
04 Livre
05 Sou feliz
06 Manda Deus
07 Oh glória
08 O Sonho de José
09 Quer vitória
10 Jesus chegou
11 Filho pródigo
12 Eu sou feliz
13 A Semente
14 Foi seu amor
15 Quero ver no céu
16 Dia de pentecoste
Correção do link, na verdade são 16 musicas
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Fonte: http://alternativaweb10.blogspot.com

MINISTÉRIO SARANDO A TERRA FERIDA

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

MINISTÉRIO IMPACTU'S - A quem Enviarei (2009)



01 - Meu Deus
02 - Precioso Sangue
03 - Eu e minha casa
04 - A quem enviarei
05 - Somos um
06 - Vou descansar
07 - Salmo 27
09 - Eu vou
10 - Impactus
11 - Mensagem
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SANTA GERAÇÃO - PODEROSO DEUS


FAIXAS

1. Jesus o amado da minh`alma
2. Dependo de Ti
3. Venha sobre mim
4. Não há outro com Tu
5. Poderoso Deus
6. Eu me rendo a Ti Senhor
7. Diante de Ti
8. Fogo e glória

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Você encontrará satisfação em Deus


Isaías - 55 - 1 : 3

Você já tentou receber seu dinheiro de volta depois de não gostar de um produto comprado? Mesmo que o vendedor diga a famosa frase "Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta!"? Pois é! Satisfação é um produto a ser procurado, a ser perseguido pelo ser humano. Talvez você seja uma pessoa a procura de satisfação. Você está insatisfeito com o seu casamento, com o seu emprego, com a sua vida sentimental, com o seu corpo, com a sua igreja, talvez até mesmo com Deus. Você pode encontrar satisfação em todas as áreas da sua vida se encontrar primeiramente satisfação em Deus.

Quando lemos esta parte da Palavra de Deus descobrimos que é possível encontrar satisfação em todas as áreas da vida. Como?

1. Quando você reconhecer que está com sede, encontrará satisfação em Deus. Venham, todos vocês que estão com sede (Is 55.1) Você já deve ter ouvido falar de greve de fome, mas nunca ouviu de greve de sede. Quem fica sem beber água por poucos dias já é candidato à morte certa. Dizem os médicos que uma das coisas mais importantes para se ter uma boa saúde é tomar muita água. Mesmo assim, existem pessoas que não bebem água o suficiente. Só se lembram da água em extrema necessidade. Também espiritualmente falando, há os sedentos. Aqueles que estão ressequidos na alma; sem alegria de viver, sem motivação, sem fé. Se você está assim insatisfeito com a vida, precisa reconhecer que está com sede de Deus.

Há um exemplo bíblico de alguém que saciou sua sede espiritual. Uma mulher da cidade de Samaria que encontrou Jesus à beira do poço. Ela, além de mulher (um ser humano de segunda categoria de acordo com a cultura daquela época) era samaritana, cidadã de segunda categoria para os judeus. Além disso, a sua vida sentimental era um caos! Ela tinha tido cinco maridos e o homem com quem vivia não era o seu marido. Provavelmente era um amante. Mas Jesus gasta tempo com ela. Fala de si mesmo como a "água da vida que jorra para a vida eterna". Ela reconhece a sua sede espiritual, crê no Senhor Jesus como seu slavador e ainda se torna uma missionária, indo contar do seu encontro com Cristo a todos da cidade (João 4.1-42). Aquela mulher começou a se satisfazer na vida, ao reconhecer que tinha sede de Deus. Você deve fazer o mesmo! O salmista fez isso várias vezes! Veja o que ele diz no salmo 63, versículos de 1 a 4.

1 Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. 2 Quero contemplar-te no santuário e avistar o teu poder e a tua glória. 3 O teu amor é melhor do que a vida! Por isso os meus lábios te exaltarão. 4 Enquanto eu viver te bendirei, e em teu nome levantarei as minhas mãos.

Se você não reconhecer que tem sede de Deus você nunca será satisfeito em nada na vida.

2. Quando você reconhecer que não tem condições pessoais de alcançar satisfação, encontrará satisfação em Deus. (vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo - Is 55.1). A satisfação que encontramos em Deus não pode ser comprada. Não há nada que você possa fazer para adquirí-la. É por isso que se chama "graça". Não tem preço! Não importa o quanto você possua em dinheiro, nunca estará satisfeito senão reconhecer que não tem condições pessoais de se satisfazer na vida sem Cristo. Veja a seguinte frase: "O Baú não traz felicidade". Advinha quem disse essa frase: Sílvio Santos! Essa frase é atribuída a ele. E olha que ele é o "dono do baú"! Você irá encontrar pessoas ganhando apenas para sobreviver, muito mais satisfeitas com a vida e com Deus do que um rico sem Deus, sem propósito para a sua vida. Veja o que o salmista disse: Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus. (Salmo 20.7) E olha que o salmista não estava falando de carros (automóveis) e nem de cavalos (campeões de puro sangue). Ele estava falando de guerra. O salmista muitas vezes esteve em situações em que ele desejaria ter mais soldados com carruagens e cavalos, mas preferia invocar o nome de Deus. E por causa disso nunca foi decepcionado. Diz o ditado que "o homem tem um vazio dentro de si que é do tamanho de Deus". Você irá encontrar satisfação em Deus quando reconhecer que não é o que você possui, mas é aquilo que Deus lhe dá que irá lhe satisfazer.

3. Quando você reconhecer que tem trabalhado em coisas que nunca trarão satisfação, você encontrará a satisfção em Deus. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? (Is 55.2) Não sei se este é o seu caso. Mas será que você já fez planos que nunca deram certo? Começou uma faculdade e abandonou, terminou, mas nunca exerceu a profissão? Começou um negócio que faliu? Conhece aquela expressão "Pequenas empresas, grandes prejuízos"? Pois é! Talvez você esteja nesta situação. O Senhor, ao falar a Isaías, deixa claro que o homem, ao buscar satisfação, investe em coisas passageiras, coisas que não preenchem. Talvez você não precise parar de trabalhar, não precise mudar de emprego, não precise mudar de faculdade, não precise mudar de casa, não deve mudar de marido/esposa, mas precisa mudar de CORAÇÃO. Precisa mudar de atitude diante de Deus. Reconheça que aquilo que você realiza não encherá seu coração, mas a sua realização se concretizará ao fazer a vontade de Deus na sua vida. Veja a maneira como o salmista vê a segurança que só pode vir de Deus: “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda. Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem ele ama”.(Salmo 127.1-2). É verdade: o Senhor concede sono, tranqüilidade, àqueles a quem ele ama. Nele há satisfação.

4. Quando você parar para ouvir o que Deus tem a lhe dizer, você encontrará satisfação n’Ele. Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição. Dêem-me ouvidos e venham a mim; ouçam-me, para que sua alma viva (Is 55.2b-3a). Veja, já uma diferença entre ouvir e escutar. Se o texto está falando de “escutar” e “comer”, quero usar um exemplo para fazer essa diferença. Uma criança apenas “escuta” quando a mãe diz: “Coma a salada!”. Mas ela irá ouvir, e ouvir atentamente quando a mãe disser: “Você quer batata frita? Um hambúrguer, talvez?” Você pode passar a vida toda escutando sobre Deus, mas sem ouvir. Então você não conseguirá se satisfazer. Ouça realmente o que Deus tem a lhe dizer e você se satisfará.

5. Quando você aceitar fazer uma aliança com Deus, você encontrará satisfação n’Ele. Farei uma aliança eterna com vocês, minha fidelidade prometida a Davi.(Is 55.3b) Esse “Davi” aqui é “povo de Deus”. Deus fez uma aliança, um trato, um acordo com o seu povo. Você está dentro deste acordo? Você já entregou a sua vida ao Senhor Jesus Cristo, decidiu viver como seu imitador, seguidor, discípulo? Há promessas de satisfação para aqueles que fazem um pacto com Ele. É um pacto que foi assinado com o sangue derramado na cruz por você. Um trato de cancelamento da dívida que você tem para com Deus. O Senhor Jesus faz esse pacto, essa aliança. Veja o que o Senhor diz:

“Faço com você uma aliança”, disse o SENHOR. “Diante de todo o seu povo farei maravilhas jamais realizadas na presença de nenhum outro povo do mundo. O povo no meio do qual você habita verá a obra maravilhosa que eu, o SENHOR, farei. (Êxodo 34.10)

Essa promessa é para você! Promessa de satisfação garantida, mas só em Deus! Tome essa decisão agora mesmo! E faça isso em nome de Jesus. Amém!
Autor: Davi Liepkan

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

MINISTÉRIO IPIRANGA - 2009



01.. Aba Pai
02.. Aleluia
03.. Te ofereço meu lar
04.. Te amo, Te quero oh Pai
05.. Ressuscita
06.. Eu te adoro, Te exalto
07.. Sei que nasci
08.. Tudo outra vez
09.. A chuva
10.. Acredito no meu Deus
11.. Novo tempo
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

QUATRO POR UM - HOJE (2009)


Quatro por UM - Hoje 2009

01. Tua vontade
02. Hoje
03.Só em Jesus há salvação
04. Reteté
05. Eu canto
06.Tudo vai ficar bem
07. Saudade
08. Às vezes
09. Estou Seguro
10. Mais perto

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Pesquisar a Bíblia Sagrada agora é uma tarefa fácil e prática. Basta mover o mouse e localizar textos, referências e outros itens necessários para tornar seus estudos e mensagens mais ricos e interessantes.
Veja tudo o que a Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada - NVI tem a lhe oferecer:

- Texto completo da Nova Versão Internacional (NVI), incluindo notas de rodapé,
- dicionário com pesquisa por palavra,
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- plano de leitura da Bíblia,
- texto integral do livro NVI - A Bíblia do século 21, do dr. Luiz Sayão,
- 100 fotos do mundo bíblico para tornar suas apresentações mais vivas e interessantes,
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A Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada - NVI em CD-ROM tem todos os recursos necessários para pesquisa e conhecimento da Palavra de Deus em maior profundidade. Com ela, navegar nas Escrituras é uma tarefa rápida, fácil e prazerosa.


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ERGAM OS OLHOS E OLHEM !!!


“Ergam os olhos e olhem para as alturas. Quem criou tudo isso? Aquele que põe em marcha cada estrela do seu exército celestial, e a todas chama pelo nome. Tão grande é o seu poder e tão imensa a sua força, que nenhuma delas deixa de comparecer!”
(Is 40.25-26)

Deus nos convoca para algo que, com freqüência, cai no esquecimento: “Ergam os olhos e olhem”. O que temos visto? Dependendo de onde moramos, podemos dizer que só vemos poluição, trânsito congestionado, violência e injustiça.

Olhar como resposta a um convite divino pode nos dar perspectivas mais sensíveis e se desdobrar em relações e posturas diferenciadas. Mesmo quando ao redor há destruição, prova de nosso descuido, conseqüência de nosso egoísmo, podemos melhor nos conscientizar sobre as mortes que o pecado gera. Podemos nos voltar a Deus humildemente, saboreando sua graça, a redenção em Jesus, e nos inspirar a criar com espontaneidade, com formosura e com a alegria de quem tudo começou -- o Criador.

Nem sempre separamos tempo para contemplar a criação, para nos tornar verdadeiros adoradores. E, quando não adoramos o Criador, acabamos por adorar falsos ídolos.

Eugene Peterson, em seu livro “A Maldição do Cristo Genérico”, nos alerta: “Nada nessa criação existe meramente para ser estudado, analisado, entendido; cada elemento, a ‘obra’ de cada dia, existe, antes de tudo, para ser recebida como uma ‘nota’ integrante e coerente dos ritmos totalmente abrangentes do oratório da criação, na qual respiramos o mesmo ar que Deus soprou sobre o abismo; e, do mais profundo de nossos pulmões -- nossa vida --, cantamos e dançamos para a glória de Deus”.

Parece que nos tornamos mais técnicos que celebrantes. Acumulamos informações, discutimos acadêmica ou teologicamente, mas talvez o comentário de Jesus para nós não seria diferente daquele dirigido aos samaritanos: “Vocês adoram o que não conhecem” (Jo 4.22). Em nosso dia-a-dia, vivemos como seres fragmentados, continuamos a pregar Jesus na cruz (com os pregos da nossa ignorância), sem desfrutarmos do significado de sua morte e ressurreição -- uma vida nova, livre e abundante, cuja inteireza cativa outros. Como diz Franky Schaeffer, em “Viciados em Mediocridade”: “Na maior parte do tempo os cristãos vivem na tensão entre suas atividades espirituais e o resto da sua vida. Entretanto, o cristianismo deveria ser uma experiência libertadora que abre nosso entendimento para apreciar mais do mundo de Deus. Somos aqueles que foram libertos para ver o mundo como realmente é, desfrutando e nos divertindo com a diversidade e a beleza da criação”.

A campanha do vencedor das eleições americanas, Barack Obama, teve como “slogan” principal: “Sim, nós podemos”. Será que podemos viver um ano novo no novo ano? Podemos, efetivamente, fazer diferente? Toda boa mudança, toda diferença geradora de vida só pode ser realizada a partir de Deus. Ele nos muda, para que possamos agir de maneira diferente. Tudo vem do Pai das luzes (Tg 1.17). Nele podemos viver um dia de cada vez, com reverência à vida.

Se Deus é pessoal até com as estrelas, que ele chama pelo nome, quanto mais conosco! Saibamos, pois, ouvir sua voz, que é cheia de majestade, faz dar cria às corças e desnuda os bosques (Sl 29.4, 9). Que o Espírito de Deus nos ajude a parar, contemplar, adorar e proclamar as maravilhas do Criador, cuidando da criação, cultivando espaços de silêncio e reflexão.


Autora: Tais Machado
Psicóloga clínica e professora em seminários teológicos
Secretária nacional de capacitação da Aliança Bíblica Universitária do Brasil

Fonte: http://www.ultimato.com.br/
Edição Janeiro/Fevereiro 2009

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

ANDRÉ PAGANELLI (2008)



01.. Yerushalaim shel zahav (Jerusalem of Gold)
02.. Osse shalom
03.. Hevenu shalom alechem
04.. Adon olam
05.. Hatikvah (Hino Nacional de Israel)
06.. Shalom chaverim
07.. Hava nagila
08.. Peace for the holy land
09.. Erev shel shoshanim
10.. He is jeovah

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

SANTA GERAÇÃO - DESCANSO (2009)



01 Único digno
02 Bem aventurado
03 Filho de Deus
04 Quero beber da tua presença
05 Te adoramos
06 Eu tenho um desejo
07 Estou aqui, Senhor
08 Descanso
09 Conforto
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MINISTÉRIO SHADDAR - 2009



01 Dependência
02 Totalmente Pago
03 Maior Riqueza
04 Ações de Graças
05 Aliança
06 Deus Altíssimo
07 Tão Desejável
08 Junto a Cruz
09 Perfeito Amor
10 Confio na Tua Luz (Bônus Track)
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O DEUS QUE SOFRE CONOSCO


Quem já não ouviu ou mesmo não fez a seguinte pergunta: “Se Deus existe, porque então ele não põe fim a tanta injustiça e a tanto sofrimento que há na terra e entre os seres que nela vivem?”. Se pararmos e pensarmos nessa pergunta, observaremos que a mesma tem sua razão de ser, proceda ela da boca de alguém que se diz ateu, deísta ou livre pensador. Essa indagação ocorre porque somos pessoas que querem encontrar razão na vida, queremos saber o sentido para o qual ela existe, queremos compreender o quê ou quem deu a ela origem, queremos entender a causa de uma dor, queremos decifrar o porquê do sofrimento pessoal ou alheio e muitas outras coisas. E, no que se refere à vida, incomoda-nos o fato de que a dor ou o sofrimento, de uma forma ou de outra, voluntária ou involuntariamente, nela esteja presente. E além do desconforto que a própria dor já causa por si mesma, incomoda-nos mais ainda o fato de não termos alguém que nos ajude a tratar dela e com ela. Também nos deixa bastante desconfortáveis a terrível expectativa de não poder amenizá-la ou superá-la.

Caríssimos leitores, tomando como base de análise as “imagens”, ou melhor, as “caricaturas” de Deus na Pessoa de Jesus de Nazaré que nos tem sido atualmente apresentadas, é possível observar que a pergunta, lançada no início de nossa breve reflexão, além se agigantar ainda mais, acaba por ecoar com maior intensidade nos ouvidos e na alma de quem sofre, pois em grande parte das pregações (nem sempre fiéis ao contexto bíblico geral ou particular; ou, em alguns casos, especulações acerca de “Deus”), focaliza-se Jesus numa única perspectiva; ou seja, àquela que o limita a alguém que vem ao mundo somente para por fim de forma definitiva à dor e ao sofrimento enquanto vivemos aqui, esquecendo-se que foi o próprio Jesus que disse: “Neste mundo experimentareis a aflição, mas tende confiança. Eu venci o mundo!” (Jo 16.33).

Desta forma, quando isso acontece, quando somos apresentados a um “Deus” que somente serve para solucionar (e rápido) o problema da dor no tempo em que aqui vivemos, acabamos sendo levados a conceber a ideia de um “deus anestésico”, que existe para nos impedir de experimentar qualquer tipo de sofrimento. Nesse sentido, a cruz de Cristo, de símbolo do amor sacrificial, torna-se mero objeto estético de um mundo que se rende às superstições, aos modismos e à magia.

Antes de continuar precisamos deixar claro que não estamos aqui fazendo qualquer tipo de apologia cega ou fatalista ao sofrimento e muito menos querendo que as pessoas tenham a visão de um “deus masoquista”. Todavia, queremos que todos saibam que, segundo as Escrituras Sagradas, o Deus Todo Poderoso não é somente alguém que possui o poder de criar os céus e a terra, como também não é alguém que vive exclusivamente para operar milagres. Ele é, também, alguém que compreende a nossa dor e que sofre conosco, pois foi à cruz em nosso lugar e é ele que diz a todos nós: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me”(Lc 9.23).

Finalmente, se aprendermos de Jesus e com Jesus a partir da Palavra de Deus, manifestaremos, por obra do seu poder, um duplo tipo de reação diante do sofrimento; ou seja, aquele que faz com que enfrentemos a nossa dor não com murmuração, mas com a confiança de que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós (Rm 8.18), e que, também, nos dispõem e nos movem a sofrer com os que sofrem com compaixão. Por isso, a pergunta que precisamos fazer não é primordialmente a que já cogitamos na introdução do texto, mas é outra: “Se o Deus Todo Poderoso que a Bíblia revela sofre com e pelos que sofrem, qual a razão em não compreender que na escola da vida coroa de espinhos antecede a coroa de glória e que sangue, suor e lágrimas antecedem a vitória?”. E ainda: “Por que somos tardios em aprender que disciplina antecede o aperfeiçoamento, ‘que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança’ (Rm 5.3,4)?”.


Autor: Uéslei Fatareli
Mestre em ciências da religião na Universidade Mackenzie
Compositor e Pastor

Fonte: www.ultimato.com.br

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

DIANTE DO TRONO 12 - 2009



1. Vestes de Louvor
2. Vive o Senhor
3 Bênçãos que nem sei contar
4. A Tua Vontade
5. Tua Visão
6. Tu És o Motivo
7. Te Exaltamos Pai
8. Meu Irmão
9. O Encontro das Águas
10. Digno é o Cordeiro

Fonte: http://mundogosple.blogspot.com/

sábado, 28 de novembro de 2009

QUANDO DEUS NEGOU JESUS


Quem não chora, não mama, né? No mínimo é isso que escutamos hoje em dia por aí. E muitas vezes esse ditado tem se mostrado verdadeiro. Pedimos bastante durante o nosso dia e, especialmente, pedimos muitas coisas para Deus. Sendo honestos ao nos avaliarmos, a maioria das coisas que pedimos para a nossa própria satisfação, são pedidos egoístas. E para sermos bem sinceros, não gostamos muito de sermos contrariados e de recebermos um não.

Nesses dias parei para pensar se Cristo também pedia as coisas como a gente pede.

A princípio não me parece que Cristo pedia muito. Especialmente coisas para si mesmo. Nos evangelhos, de vez em quando vemos Jesus pedindo para que Deus cure ou ressuscite alguém, mas nunca pedindo algo que viria a beneficiá-lo. O foco maior de Cristo sempre foi o bem das pessoas a sua volta e nunca Ele próprio.

Pensando bem, Cristo não precisava de muita coisa, né? Aliás, Ele era Deus certo? Não tinha tudo que precisava? Ao estalar dos dedos, anjos não desceriam do céu e lhe dariam tudo que ele solicitasse? Ele tinha poder para fazer tudo que quisesse e sempre estava no controle, não?

Mas vamos imaginar por um momento, SE Cristo fosse pedir alguma coisa, o que Ele pediria? Mais poder? Mais glória? Menos inimigos? O que será que Ele pediria?

Na verdade, em um momento específico na Bíblia, Jesus pediu uma coisa pra Deus. E para nossa surpresa, não foi coisa pequena não.

Cristo pediu algo grande e difícil.

CLICK NO TÍTULO DO ARTIGO E CONTINUE LENDO

Autor: Daniel
Fonte: http://www.mastigue.com/

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Posso servir a Deus como secretária


Desde que estudava no ensino médio, trabalhei como auxiliar de escritório e como secretária. Entendi que Deus havia me chamado para ser missionária e comecei a ficar impaciente, pensando: “Devo fazer um trabalho mais importante para Deus... Mas quando vou ficar livre para fazer o que realmente desejo?”.

Então Deus me mostrou que não estava pensando corretamente. O chamado não é para um cristão fazer um grande serviço para Jesus individualmente; o chamado é para a Igreja como corpo servir ao Senhor, trabalhando junto e apoiando-se mutuamente. E dentro desse contexto todo trabalho feito com amor é valorizado por ele. Foi uma grande descoberta: “Posso servir a Deus como secretária”. Mais tarde ainda tive de aprender a servir a Deus fazendo o trabalho de faxineira, por amor a ele e às pessoas.

Hoje se abrem muitas portas para profissionais, pessoas chamadas para dedicar sua vida ao serviço do Senhor, que levam o preparo profissional a sério, servem da melhor maneira possível e procuram oportunidades para testemunhar. São missionários de segunda categoria? Certamente não! Em muitos contextos esse é o único ministério possível. Pessoas remuneradas para ensinar uma religião alheia não são bem-vindas. Mas pessoas que podem servir o povo em áreas práticas, seja na saúde, na área desportiva, no desenvolvimento comunitário, na educação, no empresariado etc. encontram portas abertas. O povo ficará menos defensivo e poderemos construir relacionamentos de confiança.

Deus quer usar tudo o que temos e somos na expansão do seu reino. Estamos disponíveis para servir em qualquer lugar, em qualquer função, usando nossos dons e talentos? Nem sempre vamos brilhar e ser reconhecidos -- muitos nos consideram loucos quando abandonamos uma carreira bem remunerada. Mas haverá uma satisfação mais profunda, e sabemos que nosso Senhor merece essa dedicação e saberá valorizá-la.


Autora: Antonia Leonora van der Meer foi missionária da IFES em Angola por dez anos e hoje é coordenadora de desenvolvimento da Escola de Missões do Centro Evangélico de Missões, em Viçosa, MG. É autora de Eu, Um Missionário? e Missionários Feridos.

Fonte: www.ultimato.com.br

POR DENTRO E POR FORA


Se, porventura, o sumo sacerdote, dentro do Santo dos santos, no Dia da Expiação, levantasse a tampa da Arca da Aliança para ver as duas tábuas de pedra que continham os Dez Mandamentos, o vaso de ouro que continha o maná e o bordão de Arão que havia florescido -- ele veria que aquela arca sagrada era revestida de ouro puro não só por fora, mas também por dentro. Por ordem de Deus, foi exatamente assim que Bezalel, o superdotado artífice do tabernáculo a fez, como se lê no livro de Êxodo: Bezalel fez a arca de 1,10 metro de comprimento e 70 centímetros de largura e altura e “revestiu-a de ouro puro por dentro e por fora” (Êx 37.2).

Se, muitos anos depois, no tempo de Jesus, alguém fosse à casa de algum membro do partido dos fariseus, em Jerusalém, e pedisse um copo d’água e um prato de comida, logo perderia a sede e a fome. Pois o copo e o prato que estavam reluzentes na cristaleira achavam-se limpos por fora e sujos por dentro. A denúncia não é de nenhum guarda da saúde pública, mas do próprio Jesus Cristo, e a preocupação não é com a limpeza de copos e pratos, mas com a limpeza do caráter. Os fariseus eram artífices da hipocrisia, eram sepulcros caiados, “bonitos por fora, mas por dentro cheios de ossos e de todo tipo de imundície” (Mt 23.25-28).

Jesus teve muito mais paciência com mulheres de conduta sexual confusa do que com qualquer exibição de virtude ou sentimento inexistentes. Ele chegou a amaldiçoar uma figueira por causa de sua aparência enganosa: tudo indicava que a árvore tinha frutos, quando, de fato, nenhum figo foi achado nem colhido (Mc 11.12-14).

O juízo de Deus é muito mais frequente e severo quando o pecado se chama hipocrisia. O escritor Josué Montello acertou em cheio quando disse que “todos temos duas personalidades: a verdadeira e a social, que nem sempre rimam uma com a outra”. Quando a rima não acontece, Deus certamente provocará o escândalo necessário, ou no presente momento (o que é muito melhor) ou no juízo vindouro (o que será irreversivelmente trágico). Foi isso que ele prometeu fazer com Israel na época de Manassés (696 a.C.): “Limparei Jerusalém como se limpa um prato, lavando-o e virando-o de cabeça para baixo” (2Rs 21.13). Em outra expressão equivalente, Deus ameaça a grande cidade de Nínive: “Vou levantar o seu vestido até a altura do seu rosto. Mostrarei às nações a sua nudez e aos reinos, as suas vergonhas” (Na 3.5).

O livro de Provérbios denuncia a estratégia de ocultar o coração mau com lábios amistosos. Seria como colocar uma camada de esmalte sobre um vaso de barro (Pv 26.23). Nosso modelo deve ser a Arca da Aliança, revestida de ouro puro tanto por fora como por dentro!


Fonte: Revista Ultimato - edição novembro-dezembro/2009

Ministério Apascentar de Nova Iguaçu - 2009



01. O som dos vencedores
02. Vencedor
03. Vencedor (Bônus)
04. Maravilhoso
05. Meu futuro
06. Erga-te
07. Basta
08. A vitória da fé
09. Meu Deus vai me erguer
10. Minha canção
11. Dar a volta por cima
12. Nunca desistiu de mim
13. Meu redentor
14. Toca nas águas
15. Teu é o Reino
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Ministério na Fenda da Rocha (2009)



01 No cume do monte
02 Dupla Honra
03 Chama-me
04 Milagres
05 Anel de selar
06 Esta paz
07 Se derrama
08 Vaso quebrado
09 Vem meu amado
10 Na fenda da rocha
11 Eternamente Santo
12 Benção sacerdotal

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AMIGAS - 2009 - Volume 2



1. Só o amor
2. Minhas fraquezas
3. Meu Pai falou
4. O verdadeiro amor
5. Perdão
6. Plano do Senhor
7. Pessoas feitas de amor
8. Canção para minha amiga
9. Mesmo suspeitos
10. Bom demais

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sábado, 14 de novembro de 2009

Chamados para Pregar o Evangelho


Vários dos últimos artigos publicados nesta seção nos convidaram a pensar no chamado de Jesus aos seus discípulos para pregar o evangelho do reino de Deus (Mc 3.13-19). O objetivo maior foi cativar para o encantamento com a palavra pronunciada por Deus e para o desafio para que nossa palavra seja por ela inspirada e orientada.

A palavra de Deus gera vida
Se lermos atentamente o relato da criação, veremos como ali a palavra de Deus se transforma em realidade. Deus fala e sua palavra “acontece”. Sua voz penetra o caos e este, dia após dia, transforma-se em vida.

Quando Deus fala, não apenas sua palavra cria realidade, mas ele mesmo vem com sua palavra. Palavra e presença não se dissociam -- elas desenham a realidade do próprio Deus. Deus é o que ele diz e diz o que ele é. Afinal, Deus é verdade e, na verdade, palavra e realidade são uma só coisa. Elas se afirmam e dignificam. Além disso, Deus é amor -- e o amor não apenas se “declara” ao outro, mas também se “entrega” ao outro. A palavra de amor que se pronuncia é o espelho dessa realidade. Por isso Jesus pode dizer que ele é a expressão do amor de Deus.

Assim, quando Jesus chama os discípulos para pregar a palavra de Deus, eles são convocados a dar sua vida junto com a palavra que irão levar. A palavra anunciada não está dissociada da vivência; e ao outro não se está simplesmente “entregando algo”, mas dando-lhe a própria vida. A palavra é percebida como verdade quando se vivencia como amor-entrega.

A palavra de Deus é missionária
A fé cristã é missionária por natureza, pois reflete a natureza missionária do próprio Deus. A fé cristã não é um produto de exportação que se divulgue por razões ideológicas ou institucionais, nem algo que se deva propagar por ter uma dimensão superior a outras expressões de fé.

A fé cristã é missionária por ser uma expressão do Deus que ama e cria por amor. Ela é missionária como Deus foi missionário ao ir ao encontro de Adão e Eva no jardim, quando se escondiam dele. “Onde está você?” (Gn 3.9) é a pergunta-busca de Deus ontem e hoje. É a pergunta que ecoa em todos os lugares e pode ser pronunciada em todas as línguas e etnias, numa afirmação cabal do Deus que é amor e vida. A fé cristã não quer impor nada a ninguém, mas sim expressar a busca de Deus por todos aqueles a quem ele ama e conhece pelo nome.

Assim, ao chamar os discípulos para anunciar a palavra de Deus, Jesus os convoca a sair em missão imbuídos do mesmo espírito de amor com que Deus buscou Adão e Eva. “Onde está você?” é, pois, uma pergunta dos nossos dias e para a nossa geração.

A palavra de Deus tem nome e corpo: Jesus
O livro de Hebreus fala da revelação de Deus e de como ele tem falado conosco “muitas vezes e de várias maneiras” (Hb 1.1) por meio de pessoas às quais confiou esta tarefa. O chamado de Deus tal como expresso em Gênesis assume outros contornos históricos, mas ele nunca deixa de falar e de buscar o ser humano. Hebreus registra também como Deus tornou sua palavra ainda mais real na história: “Mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho... O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa” (Hb 1.2, 3). O ser e a palavra de Deus caminham juntos e expressam a glória de Deus, que se fez homem na pessoa de Jesus. É o Verbo que se faz carne, em sinal concreto de como a palavra-realidade de Deus vem viver entre nós e assume forma humana (Jo 1.14). Se, no relato da criação, a palavra-presença de Deus era uma realidade, era ainda uma realidade a ser discernida. Se, no Antigo Testamento, a palavra-realidade de Deus se torna visível por meio da vida e da palavra dos profetas, era ainda uma palavra intermediada. Porém, agora Deus rompe todas as barreiras de percepção de ausência, invisibilidade e intermediação, calça sandálias e cobre-as de poeira. A presença da palavra torna-se inequívoca e a humanidade de Jesus reflete no espelho da vida a realidade de um Deus que radicaliza o seu amor: o Jesus encarnado.

Assim, a razão central para os discípulos anunciarem o evangelho é a manifestação visível do amor de Deus e de como um gesto de amor salvífico deve ser representado. A pregação desse evangelho tem de apontar para Jesus, que é a expressão maior do amor de Deus e do seu desejo profundo de construir uma relação restauradora com todo e qualquer ser humano, em todo e qualquer lugar.

A nossa palavra precisa de “corpo”
A palavra de Deus que somos chamados a anunciar é aquela que nos foi anunciada -- a mesma que ouvimos, à qual nos convertemos e pela qual fomos constituídos um corpo, que é chamado Corpo de Cristo. O corpo encarnado de Jesus passa a ser expresso e vivido por esse corpo de pessoas alcançadas pela palavra, revitalizadas pelo Espírito Santo e transformadas em agentes dessa palavra. Um enorme privilégio e responsabilidade!

Assim, quando enviados a pregar o evangelho, os discípulos são chamados a fazê-lo de tal forma que por meio deles Cristo seja visto e encontrado em qualquer tempo e em qualquer lugar onde o evangelho for anunciado. Porém, como bem expressou Pedro (Jo 6.68), eles sempre o farão como aqueles que foram alcançados por essa palavra-presença, que a ela se renderam e dela vivem: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. Nós cremos e sabemos que és o santo de Deus”.


Autor: Valdir Steuernagel
Pastor luterano e trabalha com a Visão Mundial Internacional e com o Centro Pastoral e Missão, em Curitiba, PR.
Fonte: Revista Ultimato - Edição Setembro-Outubro/2009

"AGNUS DEI" - A Graça não é de graça


Enquanto subiam o monte Moriá para oferecer um holocausto ao Senhor, Isaque perguntou ao pai: “As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”. A resposta de Abraão foi imediata e segura: “Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho” (Gn 22.7-8).

A pergunta de Isaque é a mesma que o israelita cantava ao subir para Jerusalém: “Olho para os montes e pergunto: De onde virá o meu socorro?” (Sl 121.1, NTLH). É a mesma daquele que é prisioneiro da lei do pecado: “Que situação terrível, esta em que eu estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a essa mortífera natureza inferior?” (Rm 7.24, BV). É a mesma de todo aquele que vê a história inexoravelmente emperrada e quer participar da plenitude da salvação: “Quem é digno de romper os sete selos e de abrir o livro?” (Ap 5.2). A pergunta de Isaque é a pergunta de todas as criaturas no tempo e no espaço: Onde está o “Agnus Dei”, o Cordeiro de Deus que desceu do céu, o Cordeiro feito gente, o Cordeiro que foi levado para o matadouro?

Assim como a pergunta, a resposta é universal. Ela foi dada pela voz do que clama no deserto, com o dedo apontado para Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus [“Agnus Dei”], que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). O Cordeiro agora não é nome de gado caprino, mas de alguém que está em pé no centro do mais alto trono, diante do qual os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos se curvam em adoração e entoam pela primeira vez o cântico: “Tu és digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tribo, língua, povo e nação” (Ap 5.6-9).

No Antigo Testamento, a palavra cordeiro, com “c” minúsculo, aparece mais de 150 vezes, quase sempre relacionada com as ofertas para tirar o pecado e a culpa por ele deixada. Porém, como “é impossível que o sangue de touros e bodes [e de cordeiros] tire pecados” (Hb 10.4), Jesus ofereceu-se para ser ele mesmo imolado por nós, tornando-se o “Agnus Dei”, o nosso “Cordeiro da Páscoa” (1Co 5.7, NTLH).

No Apocalipse, Jesus é chamado simplesmente de Cordeiro. Diz-se que “a salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro” (7.10). Diz-se também que os que estão vestidos de branco são aqueles que “lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (7.14). Fala-se no “cântico do Cordeiro” (15.3), na “vitória do Cordeiro” (17.14) e nas “bodas do Cordeiro” (19.7, 9). O Apocalipse termina com as solenes palavras: “[Na Nova Jerusalém entrarão] unicamente aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro” (21.27).

Fonte: Revista Ultimato - Edição Maio-Junho/2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

ASAPH BORBA - A Chama nunca se apaga



01 Dá-me filhos
02 Tudo é possível
03 Está Consumado
04 Do meu interior fluirão
05 A chama nunca se apaga
06 Santo! Santo! Santo!
07 Vimos sua glória
08 Há um só Deus
09 O Senhor é meu pastor
10 Minha vida é o templo

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SÉRGIO LOPES - ACÚSTICO (2009)



01 Bartimeus
02 Olha Deus
03 Clama Israel
04 Os Sinais
05 Carrossel Dos Excluídos
06 Eu Insisto Em Dizer
07 coração
08 Quem Sabe Um Dia
09 Andar Contigo
10 Um Só Gesto
11 Fé E Surf

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sábado, 7 de novembro de 2009

O CULTO DOMÉSTICO


Toda igreja quer crescer. Mas, é surpreendente como só umas poucas procuram promover o seu crescimento interno pela ênfase na necessidade de criar os filhos na verdade da Aliança. Poucos lutam seriamente com o porquê de muitos adolescentes se tornarem membros nominais, com uma mera noção de fé, ou de trocarem a verdade evangélica por doutrina antibíblica e por modos de culto.

Creio que uma grande razão desse fracasso seja a falta de ênfase no culto doméstico. Em muitas igrejas e lares o culto doméstico é algo opcional ou, no máximo, um exercício superficial, assim como uma breve oração de graças à mesa antes das refeições. A conseqüência é que muitas crianças crescem sem qualquer experiência ou impressão da fé cristã e do culto como uma realidade diária. Quando meus pais celebraram as bodas de ouro todos nós, os cinco filhos, decidimos expressar-lhes a nossa gratidão de uma mesma maneira sem que antes houvéssemos nos consultado mutuamente. Todos nós, inacreditavelmente, agradecemos à nossa mãe por suas orações, e todos nós agradecemos ao nosso pai pela sua liderança no nosso culto doméstico nas tardes de domingo. Meu irmão disse: “pai, a lembrança mais antiga que tenho é de lágrimas escorrendo pela sua face quando você nos ensinava com o livro “O Peregrino” nas tardes de domingo sobre como o Espírito Santo dirige os crentes. Quando eu tinha três anos de idade Deus lhe usou no culto doméstico para me dar a convicção de que o cristianismo era real. Não importou o tanto que me desviei anos mais tarde, eu jamais pude questionar seriamente a realidade do cristianismo, e eu quero lhe agradecer por isso”.

Será que veremos reavivamento entre os nossos filhos? Lembremo-nos de que é comum Deus usar a restauração do culto doméstico para trazer o reavivamento à igreja. Por exemplo, as cláusulas do termo de compromisso de 1677 da congregação Puritana de Dorchester, em Massachusetts, incluíam o dever “de reformar as nossas famílias, empenhando-nos no zelo de nos comprometermos a manter nelas o culto a Deus, e a andarmos em nossas casas com corações retos no cumprimento fiel de todos os deveres domésticos, educando, instruindo e exortando nossos filhos e familiares a guardarem os caminhos do Senhor”.

Assim como vai o lar vai também a igreja, vai também a nação. O culto doméstico é um dos fatores mais decisivos de como vai o lar. É claro que o culto doméstico não é o único fator. Ele não substitui os outros deveres de pais e mães. Sem o exemplo deles o culto doméstico é inútil. O ensinamento espontâneo que brota ao longo de um dia normal é crucial, no entanto, também é importante definir momentos para o culto doméstico. O culto doméstico é o fundamento para a criação bíblica de filhos. Neste livreto vamos examiná-lo sob cinco aspectos: (1) as bases teológicas do Culto Doméstico; (2) O dever de realizá-lo; (3) a sua prática; (4) a objeções a ele; (5) a sua motivação.

As bases teológicas do culto doméstico têm as suas raízes no próprio ser de Deus. O apóstolo João nos diz que o amor de Deus é inseparável da Sua vida trinitária. O amor de Deus promana e transborda, partilha sua bem-aventurança de uma Pessoa da Trindade para as outras. Deus jamais foi um ser solitário e individual a quem faltasse alguma coisa em Si. A plenitude de luz e de amor é eternamente compartilhada entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O Deus majestoso e trino não se espelhou em nossas famílias, ao contrário, Ele modelou o conceito terreno de família com base em Si mesmo. Nossa vida familiar reflete mui palidamente a vida da Trindade Santa. É por isso que Paulo fala de “o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome” (Ef 3.14-15). O amor das pessoas da Trindade era tão grande desde a eternidade que o Pai decidiu criar um mundo de pessoas que, embora finitas, tivessem personalidades que refletissem o Filho. Sendo conformes o Filho, elas poderiam assim partilhar da bendita santidade e gozo da vida da família da Trindade.

Deus criou Adão à Sua própria imagem e criou Eva a partir de Adão. Deles procedeu toda a família humana, de forma que a humanidade pudesse ter comunhão pactual com Deus. Como uma família de duas pessoas, os nossos primeiros pais adoravam a Deus reverentemente quando Ele passeava com eles no jardim do Éden (Gn 3.8).

Adão, no entanto, desobedeceu e transformou o gozo da adoração e da comunhão com Deus em temor, terror, culpa e alienação. Ele, como nosso representante, causou grande dano ao relacionamento da família de Deus com a família da humanidade. Contudo o propósito de Deus não pode ser frustrado. Enquanto ainda estavam diante dEle no Paraíso, Deus firmou com eles uma nova Aliança, a Aliança da Graça, e falou a Adão e Eva sobre o Seu Filho que, como semente da mulher, iria destruir o domínio de Satanás sobre eles e garantir-lhes as bênçãos desse pacto de graça (Gn 3.15). Através da obediência de Cristo à lei e do Seu sacrifício pelo pecado, Deus abriu o caminho para salvar pecadores satisfazendo, ao mesmo tempo, à Sua justiça. O Cordeiro seria morto no Gólgota para levar o pecado do mundo, de sorte que pobres pecadores como nós pudessem ser restaurados ao nosso verdadeiro propósito: glorificar, adorar e ter comunhão com o Deus trino. Como diz verdadeiramente I João 1.3: “a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo”.

Deus relaciona-se com a raça humana por intermédio de Alianças e de lideranças, ou representações. Na vida diária os pais representam os filhos, o pai representa a esposa e os filhos, os oficiais eclesiásticos representam os membros da igreja e os legisladores representam os cidadãos. Na vida espiritual toda pessoa ou é representada pelo primeiro Adão, ou pelo último (veja Rm 5 e 1Co 15). Esse princípio de representatividade permeia toda a Escritura. Lemos, por exemplo, da semente piedosa de Sete, de Noé e de Jó que ofereceram sacrifícios em favor de seus filhos (Gn 8.20-21; Jó 1.5). Deus organizou a raça humana em famílias e tribos, e trata com elas através da liderança do pai. Como disse Deus a Abraão: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).

O sistema mosaico deu continuidade ao princípio no qual o pai representava a família na adoração e na comunhão com Deus. O livro de Números, de modo particular, focaliza o relacionamento de Deus com o Seu povo em termos de famílias e de suas lideranças. O pai devia conduzir a família na adoração da Páscoa e instruir a seus filhos sobre o seu significado.

por Dr. Joel Beeke

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ANDRÉ VALADÃO - AO VIVO 2009



01 Com Júbilo eu Canto
02 Tu és o Remedio
03 Mas Do Que Tudo
04 Me Libertou
05 Invoca-me
06 Preciso de Ti
07 Meu Filho ,Não Temas
08 Eis -Me Aqui
09 Deus Fiel
10 Manancial
11 Eu Nasci de Novo

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Casa da Oração Mundial (2009)



01. Adorai
02. Eu sou de Deus
03. Tu És Deus
04. Sede de Ti
05. Ministração
06. Seja Bendito
07. Fé
08. Porção Dobrada
09. Ministração
10. Vive o Senhor
11. Ministração 2
12. Som da Chuva

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